24.4.10

24 de abril dia do Samurai

Redação Niten
Honra. Justiça. Perfeição. Lealdade.
Estas são algumas das palavras associadas aos Samurais, a classe guerreira do Japão feudal e até hoje, sua influência é sentida no modo de viver e de pensar do povo japonês.

Os samurais surgiram, como classe guerreira, na época feudal do Japão e dominaram
Os Samurais Modernos são pessoas que, nos dias de hoje, aplicam o BUSHIDO e praticam as artes da espada
o país por quase oito séculos (século VIII ao XIX). Ser um samurai era um prestígio social, uma vez que a classe guerreira ocupava os mais altos cargos dentro da ditadura militar nipônica, chamada de Xogunato ou Bakufu.

Inicialmente, a função do samurai era apenas coletar impostos e servir ao Império. A partir do século X, a figura do samurai toma forma e ganha uma série de funções militares, alcançando seu ápice no século XVII.

Os estilos marciais criados pelos Samurais hoje são chamados de Kobudo (古武道).. Era por meio da prática destes estilos que o samurai aperfeiçoava suas técnicas, fortalecia seu espírito e visava seu aprimoramento, com a auto-disciplina e o auto-controle. Mas o que tornou esse guerreiro único foi o seu famoso código de honra e conduta, o Bushido. Além da filosofia assimilada pelos samurais, o Bushido trazia preceitos para o comportamento correto diante de todas as situações.

"Aquele que serve"
Samurai (kanji: 侍) significa literalmente "aquele que serve", herança de quando eram subordinados diretamente ao imperador. Outro termo muito usado para se referir aos samurais é Bushi (武士), que significa literalmente "guerreiro". É a raiz da palavra Bushido (武士道), ou "Caminho do Guerreiro".

Os últimos Samurais
Em 1868, com a Restauração Meiji, a classe samurai foi abolida e estabeleceu-se um exército nacional ao estilo ocidental. Mesmo com essas reformas, o samurai não deixou morrer a sua tradição. As artes com a espada criadas na época feudal foram cultivadas e passadas de geração em geração até os dias atuais. E o Bushido sobreviveu em sua forma mais pura dentro dos dojos de Kobudo.

Atualmente as artes dos antigos samurais são praticadas com o objetivo de ajudar as pessoas a superar obstáculos no seu dia-a-dia e adquirir tranqüilidade, controle, disciplina e auto-confiança.

Os Samurais Modernos são, portanto, pessoas que aplicam a filosofia do Bushido nos dias de hoje e praticam as artes da espada, mantendo viva uma tradição de 800 anos.


Fonte:www.niten.org.br

Dia do milho

24 de abril

O milho é grande fonte de energia por conter alto teor de carboidratos, além de possuir quantidades consideráveis de vitaminas B1 e E e sais minerais.
         A vitamina B1 (tiamina) ajuda na regularização do sistema nervoso e aparelho digestivo, e tonifica o músculo cardíaco. A vitamina E apresenta propriedades antioxidantes sendo, por isso, utilizada na conservação de alimentos. Ela combate a degeneração muscular, atua no crescimento e protege o sistema reprodutor, aumentando a potência sexual.É ainda rico em Fósforo (necessário ao cérebro).
         O milho deve ser comprado fresco, com as folhas bem verdes e vivas e cabelos marrom-escuro. Se ele estiver à venda já sem casca, verifique se a ponta inferior da espiga é afilada e macia. Isso indica que ele está em boas condições.
         O milho pode ser consumido por pessoas que possuam o aparelho digestivo delicado, por ser de fácil digestão. O óleo de milho é indicado porque dificulta a formação de gordura no sangue, reduzindo o nível de colesterol.
         Pode ser preparado em espigas inteira, grelhado ou cozido em grãos. E fica mais saboroso quando se espalha manteiga ou margarina sobre as espigas.
         Seu período de safra vai de dezembro a abril.  
Cem gramas fornecem 129 calorias.
Fonte:www.vitaminasecia.hpg.ig.com.br/milhoorientacao.htm

Crédito da imagem: JorgeBRAZIL

23.4.10

Viking

Por Rainer Sousa



Os vikings são uma antiga civilização originária da região da Escandinávia, que hoje compreende o território de três países europeus: a Suécia, a Dinamarca e a Noruega. Igualmente conhecidos como nórdicos ou normandos, eles estabeleceram uma rica cultura que se desenvolveu graças à atividade agrícola, o artesanato e um notável comércio marítimo.

A vida voltada para os mares também estabeleceu a pirataria como outra importante atividade econômica. Em várias incursões realizadas pela Europa Continental, os vikings saquearam e conquistaram terras, principalmente na região da Bretanha, que hoje abriga do Reino Unido. Cronologicamente, a civilização viking alcançou seu auge entre os séculos VIII e XI.

O processo de invasão à Bretanha aconteceu nos fins do século VIII. No ano de 865, um poderoso exército de vikings dinamarqueses empreendeu uma guerra que resultou na conquista de grande parte das terras britânicas. Com isso, observamos a consolidação do Danelaw, um extenso território viking que englobava as regiões Centro-norte e Leste da Bretanha. Na mesma época, os vikings continuaram sua expansão em terras escocesas.

As habitações dos vikings eram bastante simples. Madeira, pedras e relva seca eram os principais elementos utilizados na construção das residências. Além disso, observamos que a distribuição espacial do lar era bem simples, tendo, muitas vezes, a presença de um único cômodo. Nas famílias um pouco mais abastadas, observamos a presença uma divisão mais complexa composta por salas, cozinha e quartos.

Em razão das baixas temperaturas, os vikings tinham a expressa necessidade de uma vestimenta que pudesse suportar as baixas temperaturas do norte europeu. Geralmente, combinavam peças de tecido com couro e peles grossas que pudessem manter o seu corpo aquecido. Além disso, podemos ainda destacar que toda a população apreciava a utilização de acessórios em metal e pedra.

A organização familiar viking tinha claros traços patriarcais, sendo o homem o grande responsável pela defesa da família e a realização das principais atividades econômicas. Dedicada aos domínios domésticos, a mulher era responsável pela preparação dos alimentos e também auxiliava em pequenas tarefas cotidianas. A educação das crianças era delegada aos pais, sendo eles que repassavam as tradições e ofícios vikings.

O rei era a principal autoridade política entre os vikings. Logo em seguida, os condes e chefes tribais também desfrutavam de grande prestígio e poder de mando entre a população. O poder de decisão entre os locais tinha certa presença entre os vikings. Reunidos ao ar livre, discutiam a elaboração de suas leis próprias e as punições a serem deferidas contra os criminosos.

Na esfera religiosa, os vikings eram portadores de uma rica mitologia povoada por vários deuses sistematicamente adorados em eventos coletivos. Várias histórias envolvem a luta entre os deuses nórdicos ou o conflito entre as divindades e os gigantes. Odin era adorado como “o Deus dos deuses”. Thor era a divindade de maior popularidade e tinha poder sobre os céus e protegia povo viking.

Com o processo de cristianização da Europa, ao longo da Idade Média, os vikings foram paulatinamente convertidos a essa nova religião. A dissolução da cultura viking acontece entre os séculos XI e XII. Os vários conflitos contra os ingleses e os nobres da Normandia estabeleceram a desintegração desta civilização, que ainda se encontra manifesta em algumas manifestações da cultura europeia.

Fonte:www.historiadomundo.com.br

São Jorge

São Jorge, Megalomártir (23 de abril)

São Jorge, megalomártir, era filho de pais nobres e ricos, e foi educado dentro dos preceitos da fé cristã. Ele nasceu na cidade de Beirute (antiga Berit), perto das montanhas de Líbano.

Ele entrou para o exército e se destacava entre os outros militares por seus conhecimentos, sua coragem, sua força física, seu porte e sua beleza. Ele rapidamente avançou para o posto de comandante de mil soldados e se tornou favorito do imperador Diocleciano. Diocleciano foi um hábil governador, mas ele era um defensor fanático de paganismo romano. A sua meta era ressuscitar o paganismo no Império Romano que já estava ultrapassado e por isso entrou na história como um dos mais cruéis perseguidores do cristianismo.

Uma vez, são Jorge ouviu no tribunal uma sentença desumana sobre a perseguição dos cristãos e ficou tomado por compaixão por eles. Ele já estava prevendo que ele também seria martirizado e por isso distribuiu todos os seus bens entre os pobres, libertou todos os seus escravos, e chegando ao Diocleciano, lhe anunciou que ele também é um cristão e começou a culpá-lo pelas atrocidades e injustiça. O discurso de Jorge era repleto de argumentos fortes e persuasivos contra as perseguições dos cristãos.

Após muitas tentativas de convencer Jorge a renunciar a Cristo, o imperador mandou tortura-lo. São Jorge foi jogado na prisão, onde deitado, teve os pés acorrentados e no peito lhe foi colocada uma enorme pedra, muito pesada. Mas são Jorge agüentava tudo com grande coragem, louvando a Deus. Daí os torturadores começaram a aumentar as torturas, batendo-o, quebrando-o numa roda gigante, jogando-o na cal virgem, obrigando-o a correr usando botas com pregos aguçados por dentro. O mártir agüentava tudo com grande paciência. No final das contas, o imperador mandou decapita-lo. Assim, este santo mártir morreu na Nicomidia, no ano de 303.

Por sua coragem e por sua vitória espiritual sobre os torturadores, e também pela sua ajuda aos que se encontram em dificuldades, o grão mártir Jorge é ainda chamado de Vencedor. As relíquias de são Jorge foram trazidas para a cidade palestina Lidda e se encontram na igreja, que leva o seu nome — a Igreja de São Jorge. A sua cabeça se encontra em Roma, também numa igreja consagrada a ele.

Muitos ícones mostram o são Jorge sentado num cavalo branco e com uma lança na mão, vencendo um dragão. Esta imagem se deve a uma tradição, baseada nos milagres póstumos do santo. Dizem, que perto da cidade natal de são Jorge, Beirute, num lago vivia um dragão, que devorava as pessoas daquela localidade. Não sabemos hoje, que animal era este dragão — uma jibóia, um crocodilo, ou um enorme lagarto.

Os habitantes supersticiosos começaram a regularmente fornecer ao dragão um moço ou uma virgem, para aplacar a sua fúria. E chegou a vez da filha do governador daquela província. Os habitantes levaram a pobre moça até o lago amarrando-a lá, onde ela, apavorada, esperava pela aparição da fera.

Quando a fera começou a se aproximar à virgem, de repente apareceu um cavaleiro montado num cavalo branco, matou o dragão com uma laça e assim salvou a moça. Este cavaleiro era o são Jorge, megalomártir. Assim, com esta aparição milagrosa ele interrompeu a matança de todos os moços e moças nos arredores de Beirute e converteu ao cristianismo os moradores daquele país, que até então eram pagãos.

Podemos supor, que a aparição do são Jorge montado num cavalo para a salvação dos moradores do dragão, bem como o caso com o camponês, cujo único boi ele ressuscitou, casos estes narrados na hagiografia dele, contribuíram para que seja considerado protetor dos rebanhos e defensor dos que estão ameaçados por feras.

Na Rússia, antes da revolução, os camponeses levaram pela primeira vez, depois do inverno rigoroso, os seus rebanhos para o pasto no dia do são Jorge, mas não antes de rezar uma missa para o santo com aspersão com água benta das casas e dos rebanhos. Este dia também é chamado "Dia de Jorge," pois neste dia, antes do século XVI, os camponeses puderam passar de um fazendeiro para outro.

São Jorge é também protetor dos militares. A imagem do são Jorge encima de um cavalo simboliza a vitória sobre o diabo — "a antiga serpente" (Apocalipse 12:3, 20:2), e foi incluído no brasão da cidade de Moscou.

 Crédito da imagem: Virgínia Barreto :)

23 de abril dia do Livro

Breve História do Livro
Escrito por Jose Reinaldo
Sex, 09 de Abril de 2010 17:10

Que é O livro? Para fins estatísticos, na década de 1960, a UNESCO considerou o livro "uma publicação impressa, não periódica, que consta de, no mínimo49 páginas, sem contar as capas".

O livro é um produto industrial.

Mas também é mais do que um simples produto. O primeiro conceito que deveríamos reter é o de que o livro como objeto é o veículo, o suporte de uma informação. O livro é uma das mais revolucionárias invenções do homem.

A Enciclopédia Abril (1972), publicada pelo editor e empresário Victor Civitas, no verbete "livro", faz concisas e impressionantes informações sobre a história do livro. A seguir, transcrevemos alguns tópicos desse estudo didático sobre o livro.

O livro na antiguidade

Antes mesmo que o homem pensasse em utilizar determinados matériais para escrever(como, por exemplo, fibras vegetais e tecidos), as bibliotecas da Antiguidade estavam repletas de textos gravados em tabuínhas de barro cozido. Eram os primeiros "livros", depois progressivamente modificados até chegar a ser feitos-em grandes tiragens-em papel impresso mecanicamente, proporcionando facilidade de leitura e transporte. Com eles, tornou-se possível, em todas as épocas, transmitir fatos, acontecimentos históricos, descobertas, tratados, códigos ou apenas entretenimento.

Com a sua fabricação, a função do livro sofreu enormes modificações dentro das mais diversas sociedades, a ponto de constituir uma mercadoria especial, com técnica, intenção e utilização determinadas. No moderno movimento editorial das chamadas sociedades de consumo, o livro pode ser considerado uma mercadoria cultural, com maior ou menor significado no contexto socioeconômico em que é publicado. Como mercadoria, pode ser comprado, vendido ou trocado. Isso não ocorre, porém, com a sua função intrínseca, insubstituível: pode-se dizer que o livro é essencialmente um instrumento cultural de difusão de idéias, transmissao de conceitos, documentação(inclusive fotográfica e iconográfica), entretenimento, ou ainda de condensação e acumulação de conhecimento. A palavra escrita venceu o tempo, e o livro conquistou o espaço. Teoricamente. toda a humanidade pode ser atingida por textos que difundem idéias que vão de Sócrates e Horácio a Satre e MacLuhan, de Adolf Hitler a Karl Marx.

A história do livro confunde-se, em muitos aspectos, com a história da humanidade. Sempre que escolhem temas e frases, e transmitem idéias e conceitos, os escritores elegendo o que consideram significativo no momento histórico e culturam em que escrevem. E assim, fornecem dados para a análise de sua sociedade. O conteúdo de um livro-aceito,discutido ou refutado socialmente-integra a estrutura intelectual dos grupos sociais.

Nos primeiros tempos, o escritor geralmente vivia em contato direto com seu público, que era formado por uns poucos leitores, já ciente das opiniões, idéias, imaginação e teses do autor, pela própria convivência que tinha com ele. Muitas vezes, mesmo antes de ser redigido o texto, as idéias nele contidas já haviam sido intensamente discutidas pelo escritor e parte de seus leitores. Nessa época, como em várias outras, não se pensava no enormepercentual de analfabetos. Até o século XV, o livro servia exclusivamente a uma pequena minoria de sábios e estudiosos que constituiam os círculos intelectuais (confinado aos mosteiros no início da Idade Média) e que tinham acesso às bibliotecas, cheias de manuscritos ricamente ilustrados.

Com o reflorescimento comercial europeu em fins do século XIV, burgueses e comerciantes passaram a integrar o mercado livreiro da época. A erudição laicizou-se, e o número de escritores aumentou, surgindo também as primeiras obras escritas em línguas que não o latim e o grego(reservados aos textos clássicos e aos assuntos considerados dignos de atenção)

Nos séculos XV e XVI surgiram diversas literaturas nacionais, demonstrando, além do florescimento intelectual da época, que a população letrada dos países europeus estava mais capacitada a adquirir obras escritas.

Cultura e comércio

Com o desenvolvimento do sistema de impressão de Gutemberg, a Europa conseguiu dinamizar a fabricação de livros, imprimindo, em cinquenta anos, cerca de vinte milhões de exemplares para uma população de quase cem milhões de habitantes, a maioria analfabeta. Para a época, isso significou enorme revolução, demonstrando que a imprensa só se tornou uma realidade diante da necessidade social de ler mais.

Impressos em papel, feitos em cadernos costurados e posteriormente encapados, os livros tornaram-se empreendimento cultural e comercial: os editores passaram logo a se preocupar com melhor apresentação e redução de preços. Tudo isso levou à comercialização do livro. E os livreiros baseavam-se no gosto do público para imprimir, sobretudo obras religiosas, novelas, coleções de anedotas, manuais técnicos e receitas.

Mas o percentual de leitores não cresceu na mesma proporção que a expansão demográfica mundial. Somente com as modificações socioculturais e econômicas do século XIX-quando o livro começou a ser utilizado também como meio de divulgação dessas modificações, sobretudo na França e na Inglaterra, onde alguns editores passaram a produzir, a preços baixos, obras completas de autores famosos. O livro era então interpretado como símbolo de liberdade, conseguida por conquistas culturais. Entretanto, na maioria dos países, não houve grande modificação nos índices percentuais até o fim da Primeira Guerra Mundial(1914-1918), quando surgiram as primeiras grandes tiragens de livros, principalmente romances, novelas e textos didáticos. O número elevado de cópias, além de baratear o preço da unidade, difundiu ainda mais a literatura. Mesmo assim, a maior parte da população de muitos países continuou distanciada, em parte porque o livro, em si, tinha sido durante muitos séculos, considerado pbjeto raro, passível de ser adquirido somente por um pequeno número de eruditos. A grande massa da população mostrou maior receptividade aos jornais, peródicos e folhetins, mais dinâmicos e atualizados, além de acessíveis ao poder aquisitivo da grande maioria.

Mas isso não chegou a ameaçar o livro como símbolo cultural de difusão de iféias, como fariam , mais tarde, o rádio, o cinema e a televisão.

O advento das técnicas elet~rônicas, o aperfeiçoamento dos métodos fotográficos e a pesquisa de materiais praticamente imperecíveis fazem alguns teóricos ca comunicação de massa pensar em um futuro sem livros tradicionais, com o seu formato quadrado ou retangular, composto de folhas de papel, unidas umas às outras por um dos lados.

Seu conteúdo e suas mensagens, racionais ou emocionais, seriam transmitidos por outros meios, como, por exemplo, micro-filmes e fitas gravadas.

A televisão transformaria o mundo inteiro em uma grande "aldeia global"(como afirmou Marshall McLuhan), no momento em que todas as sociedades decretassem sua prioridade em relação aos textos escritos.

Mas a palavra escrita dificilmente deixaria de ser considerada uma das mais importantes heranças culturais, para todos os povos.

E no decurso de toda a sua evolução , o livro sempre pôde ser visto como objeto cultural(manuseável,com forma entendida e interpretada em função de valores plásticos) e símbolo cultural(dotado de conteúdo, entendido e interpretado em função de valores semânticos). As duas maneiras podem fundir-se no pensamento coletivo, como um conjunto orgânico(onde texto e arte se complementam, como por exemplo, em um livro de arte) ou apenas como um conjunto textual(onde a mensagem escrita vem em primeiro lugar)-em um livro de matemática, por exemplo.

A mensagem (racional, prática ou emocional) de um livro é sempre intelectual e pode ser revivida a cada momento.

O conteúdo, estático em sí, dinamiza-se em função da assimilação das palavras pelo leitor, que pode discutí-las, reafirmá-las, negá-las ou transformá-las. Por isso, o livro pode ser considerado um instrumento cultural capaz de liberar informação, sons, imagens, sentimentos e idéis através do tempo e do espaço.

A quantidade e a qualidade de idéias colocadas em um texto podem ser aceitas por uma sociedade, ou por ela negadas, quando entram em choque com conceitos ou normas culturalmente admitidas.

Nas sociedades modernas, em que a classe média tende a considerar o livro um sinal de status e cultura(erudição), os compradores utilizam-no como símbolo mesmo, desvirtuando suas funções ao transformá-lo em livro-objeto.

Mas o livro é antes de tudo funcional-seu conteúdo é que lhe confere valor(como os livros de ciências e de filosofia, religião, artes, história e geografia, que representam cerca de 75% dos títulos publicados anualmente em todo o mundo).

No século XX, o consumo e a produção de livros aumentaram progressivamente. Lançado logo após a Segunda Guerra Mundial (1939/45), quando uma das características principais da edição de um livro era eram as capas entrelaçadas ou cartonadas, o livro de bolso constituiu um grande êxito comercial. As obras-sobretudo bestsellers publicados algum tempo antes em edições de luxo-passaram a ser impressas em rotativas, como as revistas, e distribuidas às bancas de jornal. Como as tiragens elevadas permitiam preços muito baixos, essa edições de bolso popularizaram-se e ganharam importância em todo o mundo.

Até 1950, existiam somente livros de bolso destinados a pessoas de baixo poder aquisitivo;a partir de 1955, desenvolveu-se a categoria do livro de bolso "de luxo". As características principais destes últimos eram a abundância de coleções-em 1964 havia mais de duzentas nos Estados Unidos-e a variedade de títulos, endereçados a um público intelectualmente mais refinado.

A essa diversificação das categorias adiciona-se a dos pontos-de-venda, que passaram a abranger, além das bancas de jornal, farmácias, lojas, livrarias, etc. Assim, nos Estados Unidos, o número de títulos publicados em edições de bolso chegou a 35 mil em 1969, representando 35% do total de títulos editados.

Propostas da coleção A Obra-Prima-de Cada Autor

A palavra "coleção" é uma palavra há muito tempo dicionarizada, e define conjunto ou reunião de objetos da mesma natureza, ou que tem relação entre si. Em um sentido editorial, significa o conjunto não limitado de obras de autores diversos, publicado por uma mesma editora, sob um título geral indicativo de assunto ou área, para atendimento de segmentos definidos do mercado.

A coleção "A Obra-Prima-de Cada Autor" corresponde plenamente à definição acima mencionada (...)

Desde os tempos mais remotos existiram coleções de livros. Em Nínive, em Pérgamo e na Anatólia existiam coleções de obras literárias de grande importância cultural. Mas nenhuma delas superou a célebre biblioteca de Alexandria, incendiada em 45 a.C, pelas legiões de Júlio Cesar, quando estes arrasaram a cidade.

(...)



Fonte:Prefácio do livro Eu e Outras Poesias, de Augusto dos Anjos-Editora Martin Claret - 2006

 Crédito da imagem: mK B.

23 de abril dia do Choro

21.4.10

Física Quântica

Física Quântica e Emotologia - Quem Somos Nós?

Prof. Luiz Machado - 18/09/2006


Com a divulgação do filme “Quem Somos Nós?“ (Em inglês “What the Bleep do We Know?", cuja melhor tradução seria “Que droga de coisa é essa que nós somos?” Vê-se, então, que se usassem “O que somos nós?” e não “Quem somos nós”, a tradução ficaria mais próxima do título em inglês), muita gente teve sua atenção despertada para a física quântica. Pois então vamos falar sobre ela.

Física (do grego physis, “natureza”) é a ciência da matéria e energia e das interações entre as duas.

Para o propósito deste despretensioso artigo de divulgação, destacam-se a física clássica, como esta ciência era estudada até o final do século XIX e a física quântica, que utiliza conceitos surgidos no início do século XX, com a mecânica quântica.

O adjetivo quântico vem da palavra latina quantum, que indica uma quantidade, algo que pode ser medido ou contado. Também pode ser explicada como: a mais baixa denominação de energia ou de outras quantidades físicas que podem ser intercambiadas. Em português jurídico, indica “quantia ou quantidade determinada”. Na física, ela é um termo geral para unidade indivisível de qualquer forma de energia. Assim, a física quântica ou ondulatória é um conjunto de teorias que incluem os fenômenos da estrutura íntima da matéria: partículas com probabilidades e possibilidades.

A mecânica quântica é uma teoria não relativista que descreve a mecânica de sistemas atômicos e subatômicos (que dizem respeito a ou são próprias de sistemas cujas dimensões características são inferiores à dimensão característica dos átomos. “Subatômico” indica o que é relativo a cada um dos constituintes dos átomos, ou seja, os prótons, nêutrons e elétrons). A dimensão dessas partículas torna relevante o princípio da incerteza, de Heisenberg, assim como a dualidade onda-partícula.

O princípio de Heisenberg ou da incerteza (Werner Karl Heisenberg (físico alemão, 1901–1976) diz que ao se aumentar a acurácia de medida de uma quantidade observável aumenta a incerteza com a qual outras quantidades possam ser conhecidas.

Como se vê, a física quântica trata dos fenômenos da natureza íntima da matéria, até onde nossa percepção de hoje consegue alcançar.
Os conceitos de mente, espírito, alma, à luz da física quântica (ou ondulatória) vai ao âmago da matéria, no campo das partículas subatômicas deduzidas hipoteticamente ou encaradas como um constituinte irredutível da matéria. Essa é a nova física que permite entender os fenômenos da espiritualidade.

É no campo dessas partículas que atua a mente humana por meio de quadros mentais emotizados. “Emotizar” é um verbo que nós nos vimos obrigados a criar para expressar a necessidade de reproduzir os fenômenos das emoções, tratadas estas como energia e não como sentimento, abalo afetivo ou moral.

No organismo, no campo físico ou mental, quando algum desequilíbrio se revela sob a forma de doença, a origem está nas moléculas, nos átomos e nas partículas que os constituem.

Emoção-energia é a base da Emotologia.

A emoção, que mexe com os campos vibracionais, que geram as ondas, é responsável por toda complexidade do sistema ser humano.

A ligação da física quântica com a Emotologia está no fato de que as imagens emotizadas vão atuar no campo vibracional das partículas elementares (fótons, bósons léptons, mésons, bárions) e partículas subatômicas (prótons, nêutrons, elétrons).

As estruturas do sistema límbico (regiões do encéfalo mais responsáveis pelo controle das emoções), em íntima cooperação com o sistema glandular, relacionam-se com a estrutura íntima da matéria que cria inúmeras possibilidades, daí os resultados em termos de mudança de comportamento, curas que se podem conseguir com informações que penetram no sistema límbico.

A velha ciência, com seu paradigma, ensinava que todos os fenômenos eram de coisas formadas por matéria (monismo materialista defendido pelo biólogo alemão Ernest Haeckel, 1834–1919). O novo paradigma admite a explicação dos fenômenos pela estrutura mais íntima da matéria e possibilidades criadas pela interação das partículas.

Artigo extraído dos livros do Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia
 

Física Quântica

Por Ana Lucia Santana

Há pouco mais de cem anos, o físico Max Planck, considerado conservador, tentando compreender a energia irradiada pelo espectro da radiação térmica, expressa como ondas eletromagnéticas produzidas por qualquer organismo emissor de calor, a uma temperatura x, chegou, depois de muitas experiências e cálculos, à revolucionária ‘constante de Planck’, que subverteu os princípios da física clássica.

Este foi o início da trajetória da Física ou Mecânica Quântica, que estuda os eventos que transcorrem nas camadas atômicas e sub-atômicas, ou seja, entre as moléculas, átomos, elétrons, prótons, pósitrons, e outras partículas. Planck criou uma fórmula que se interpunha justamente entre a Lei de Wien – para baixas freqüências – e a Lei de Rayleight – para altas freqüências -, ao contrário das experiências tentadas até então por outros estudiosos.

Albert Einsten, criador da Teoria da Relatividade, foi o primeiro a utilizar a expressão quantum para a constante de Planck E = hv, em uma pesquisa publicada em março de 1905 sobre as conseqüências dos fenômenos fotoelétricos, quando desenvolveu o conceito de fóton. Este termo se relaciona a um evento físico muito comum, a quantização – um elétron passa de uma energia mínima para o nível posterior, se for aquecido, mas jamais passará por estágios intermediários, proibidos para ele, neste caso a energia está quantizada, a partícula realizou um salto energético de um valor para outro. Este conceito é fundamental para se compreender a importância da física quântica.

Seus resultados são mais evidentes na esfera macroscópica do que na microscópica, embora os efeitos percebidos no campo mais visível dependam das atitudes quânticas reveladas pelos fenômenos que ocorrem nos níveis abaixo da escala atômica. Esta teoria revolucionou a arena das idéias não só no âmbito das Ciências Exatas, mas também no das discussões filosóficas vigentes no século XX.

No dia-a-dia, mesmo sem termos conhecimento sobre a Física Quântica, temos em nossa esfera de consumo muitos de seus resultados concretos, como o aparelho de CD, o controle remoto, os equipamentos hospitalares de ressonância magnética, até mesmo o famoso computador.

A Física Quântica envolve conceitos como os de partícula – objeto com uma mínima dimensão de massa, que compõe corpos maiores – e onda – a radiação eletromagnética, invisível para nós, não necessita de um ambiente material para se propagar, e sim do espaço vazio. Enquanto as partículas tinham seu movimento analisado pela mecânica de Newton, as radiações das ondas eletromagnéticas eram descritas pelas equações de Maxwell. No início do século XX, porém, algumas pesquisas apresentaram contradições reveladoras, demonstrando que os comportamentos de ambas podem não ser assim tão diferentes uns dos outros. Foram essas idéias que levaram Max Planck à descoberta dos mecanismos da Física Quântica, embora ele não pretendesse se desligar dos conceitos da Física Clássica.

A conexão da Mecânica Quântica com conceitos como a não-localidade e a causalidade, levou esta disciplina a uma ligação mais profunda com conceitos filosóficos, psicológicos e espirituais. Hoje há uma forte tendência em unir os conceitos quânticos às teorias sobre a Consciência.

Físicos como o indiano Amit Goswami se valem dos conceitos da Física moderna para apresentar provas científicas da existência da imortalidade, da reencarnação e da vida após a morte. Professor titular da Universidade de Física de Oregon, Ph.D em física quântica, físico residente no Institute of Noetic Sciences, suas idéias aparecem no filme Quem somos nós? e em obras como A Física da Alma, O Médico Quântico, entre outras. Ele defende a conciliação entre física quântica, espiritualidade, medicina, filosofia e estudos sobre a consciência. Seus livros estão repletos de descrições técnicas, objetivas, científicas, o que tem silenciado seus detratores.

Fritjof Capra, Ph.D., físico e teórico de sistemas, revela a importância do observador na produção dos fenômenos quânticos. Ele não só testemunha os atributos do evento físico, mas também influencia na forma como essas qualidades se manifestarão. A consciência do sujeito que examina a trajetória de um elétron vai definir como será seu comportamento. Assim, segundo o autor, a partícula é despojada de seu caráter específico se não for submetida à análise racional do observador, ou seja, tudo se interpenetra e se torna interdependente, mente e matéria, o indivíduo que observa e o objeto sob análise. Outro renomado físico, prêmio Nobel de Física, Eugen Wingner, atesta igualmente que o papel da consciência no âmbito da teoria quântica é imprescindível.





19.4.10

19 de abril -Santo Expedito


Santo Expedito foi martirizado na Armênia, ele era militar, e um dia, tocado pela graça de Deus, resolveu mudar de vida. O espírito do mal apareceu para ele em forma de corvo e lhe segredou: "Cras, Cras, Cras", palavra latina que quer dizer amanhã, isto é, Deixe para amanhã! Não tenha pressa! Adie a sua conversão!
Santo Expedito, pisoteando o corvo, esmagou-o gritando: "Hodie", que quer dizer hoje: "Nada de protelações é para já"!

Por isso que Santo Expedito é sempre invocado nos casos que exigem solução imediata, nos negócios urgentes, e que qualquer demora poderia causar grande prejuízo.
Santo Expedito não adia o seu auxílio para amanhã. Ele atende hoje mesmo, ou na hora em que precisamos de sua ajuda. Mas ele espera que também nós não deixemos para amanhã nossa conversão.

18.4.10

Ubatuba SP

Fundada em 28/10/1637 sob o nome de Vila da Exaltação da Santa Cruz de Ubatuba, foi palco do primeiro tratado de paz no continente americano, a Paz de Iperoig no ano de 1563, entre os portugueses e a Confederação dos Tamoios.
O nome UBATUBA tem origem tupy guarani e significa UBA= canoas ou espécie de cana silvestre, TUBA = muitas. O município conta com 74 praias, sendo muitas com acesso apenas por trilhas.

Em sua área encontram-se as mais belas paisagens naturais. São mais de 70 praias, além de ilhas, cachoeiras e uma floresta exuberante. O Parque Estadual da Serra do Mar no Núcleo Picinguaba e o Parque Estadual da Ilha Anchieta colaboram na preservação da rica Mata Atlântica que ainda existe na região.
Ubatuba faz divisa ao norte com a cidade histórica de Paraty, no estado do Rio de Janeiro, ao sul com Caraguatatuba (SP)e a oeste com o Vale do Paraíba.


         Crédito da imagem:Rafael 1984    







                                   

17.4.10

Noite dos Tambores Silenciosos - Recife

NOITE DOS TAMBORES SILENCIOSOS

Maria do Carmo Andrade

Bibliotecária da Fundação Joaquim Nabuco

pesquisaescolar@fundaj.gov.br
                                                      








A Noite dos Tambores Silenciosos é uma cerimônia de origem africana que reúne nações de maracatus de baque-virado, procedentes de todo o estado de Pernambuco, com a finalidade de louvar a Virgem do Rosário, padroeira dos negros, e reverenciar os ancestrais africanos, que sofreram durante a escravidão no Brasil Colonial.



Os ritos de reverência aos antepassados é um costume que os escravos trouxeram para o Brasil, como na cerimônia de Coroação do Congo, onde elegiam seus reis e rainhas, lamentavam seus mortos e pediam proteção aos Orixás.



No Brasil, os negros privados de sua liberdade não podiam manifestar suas crenças e tradições. Realizavam então cortejos de lamentações às escondidas e em silêncio, dando origem mais tarde ao nome da celebração: Noite dos Tambores Silenciosos.



Mesmo depois da abolição da escravatura, esse ritual continuou a ser realizado. Com o passar do tempo, todas as comunidades negras do Recife foram se agregando, o evento sempre foi realizado às segundas-feiras, dia das almas nas religiões de origem africana.



Essa festa de evocação e reverência era realizada no pátio da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, localizada na Rua Estreita do Rosário, no bairro de Santo Antonio. Entretanto, em 1965, por iniciativa do sociólogo e jornalista Paulo Viana, deu-se início a uma campanha de valorização e resgate dos ritos africanos, que durante o período da ditadura militar entrou em decadência, pois o número de participantes desse tipo de evento foi bastante reduzido devido às perseguições políticas.



Assim, foi criada a Noite dos Tambores Silenciosos, que tem início com a leitura do poema Lamento Negro por Paulo Viana, no Pátio da Igreja de Nossa Senhora do Terço ou Pátio do Terço como é mais conhecido, no bairro de São José, musicada pelo compositor João Santiago, em memória dos escravos que nunca tiveram direito de brincar o carnaval, motivo pelo qual o evento era sempre realizado nessa época.



Em 1968, a Noite dos Tambores Silenciosos passou a ser realizada no Pátio do Terço, lugar onde tradicionalmente aconteciam as festividades afro descendentes. Hoje, o ritual é destaque no carnaval pernambucano, faz parte do calendário das festividades de Momo, sendo prestigiado por foliões, curiosos e turistas de toda parte do Brasil e até do exterior.



A cerimônia começa com a apresentação dos maracatus de baque-virado, que são considerados nações (raça, espécie, casta de gente ou coisa) africanas. O tambor tem lugar de destaque nesse evento. Segundo Valente (1952-1956), o tambor é considerado o principal instrumento da orquestra dos xangôs e tem uma função mágica nas religiões africanas. Sua sonoridade envolvente tem um poder hipnótico sobre adoradores de Orixás representando um elo mágico entre as criaturas humanas e as divindades, espécie de meio de comunicação entre o mundo material e o mundo espiritual dos Orixás.



À meia-noite o ritual chega ao auge quando as luzes do bairro de São José são apagadas e o público presente no pátio silencia. Tochas são acesas e levadas até a porta da Igreja pelos líderes dos maracatus. Uma voz entoa loas (verso de louvor, louvação em versos improvisados ou não) em louvor a Rainha dos negros, Nossa Senhora do Rosário. O silêncio é interrompido apenas pela batida intermitente dos tambores de todas as nações de maracatus, que entoam cânticos de Xangô (um dos mais populares, prestigiosos e divulgados orixás dos candomblés, terreiros, macumbas). A marcha dos dançarinos é marcada pela batida de tambores. Estandartes trazem o nome dos maracatus e são seguidos por uma corte de reis e rainhas africanas devidamente caracterizadas.



Nesse momento, o babalorixá responsável pelo ritual, alinha os batuques e rege um coro de mães-de-santo que rezam com ele, e termina o culto abençoando os membros dos maracatus e o público presente na cerimônia.





Recife, 23 de janeiro de 2009.

(Atualizado em 14 de setembro de 2009).



Fonte: ANDRADE, Maria do Carmo. Noite dos Tambores Silenciosos. Pesquisa Escolar On-Line, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: . Acesso em: dia mês ano. Ex: 6 ago. 2009.

 Crédito da imagem: rogeriotomazjr

Noite dos Tambores Silenciosos - Recife

Baobá

O baobá incrível [wiki] (Adansonia) ou árvore baobá pode crescer até cerca de 100 pés (30 m) de altura e 35 pés (11 m) de largura. Sua característica essencial: seu tronco inchado são realmente de armazenamento de água - a árvore do baobá pode armazenar até 31.700 galões (120.000 litros) de água para suportar condições de seca severa.

Baobab árvores são nativas de Madagascar (que é a árvore nacional do país!), do continente africano e na Austrália. Um conjunto de "o maior de todas as árvores" baobá (Adansonia grandidieri) pode ser encontrado na Avenida Baobab, perto Morondava, em Madagascar:


  Crédito da imagem: pastense                                            

 

Baobá

Árvores do Bosque : Baobá
Nome Popular : Baobá
Nome Científico : Adansonia digitata
Sinonímea : Sinonímia: árvore.dos.dez.mil.anos, árvore.do.pequeno.príncipe, árvore.dos pássaros

Origem : África.
Altura : até 20 metros
Finalidades : A casca produz fibra, as folhas são comestíveis, dos frutos se aproveita a polpa para ser bebida após dissolução em leite ou água, e depois são aproveitados como cuias.

Curiosidade I : as tribos nômades africanas utilizam o baobá como ponto de referência nas suas migrações.

Curiosidade II : o baobá foi imortalizado pelo desenho do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry para a capa seu livro "O Pequeno Príncipe", e dizem historiadores que (o desenho) pode ter sido inspirado em um exemplar de baobá que ainda pode ser visto na cidade de Natal, Rio Grande do Norte, por onde passou o escritor. É um dos mais exóticos e maiores vegetais da Natureza, principalmente pela largura do tronco. O grande copado abriga sempre centenas de pássaros em fase de reprodução, daí ser chamado de "árvore dos pássaros". Foram efetuados estudos em alguns exemplares desta espécie, comprovando-se que muitos deles já estavam na fase adulta a quando de alguns fatos históricos importantes, como o período da vida de Cristo, de Maomé e outros. Muitos acham que esta árvore, na fase adulta, é a mais bonita dentre todas as espécies vegetais da Natureza, e onde existe um exemplar sempre haverá visitantes para admirá-la.

Curiosidade III : graças à largura do seu tronco, alguns baobás adultos são utilizados para abrigar os cadáveres de elementos das tribos africanas. Para que isto seja possível, primeiro é feito um buraco no tronco da árvore, colocado o cadáver (em posição fetal) e tamponado. Alguns viajantes dizem que certos baobás são verdadeiros cemitérios do tipo "gaveta".

Curiosidade IV : segundo integrantes de tribos africanas, os baobás "crescem rapidamente nos primeiros 270 anos de vida", e depois apenas um milímetro por ano. Eles devem repassar conhecimento de geração em geração.

Fonte:
www.maniadeamazonia.com.br

 Crédito da imagem: hbunny

Baobá

SOS Pantanal

Dia Internacional do Hemofílico

O dia 17 de abril foi escolhido para comemorar o “Dia Internacional da Hemofilia” por celebrar o nascimento do fundador da Federação Mundial de Hemofilia – Frank Schnabel.

Nascido em 1926, portador de hemofilia A grave, Frank Schnabel lutou incansavelmente em prol da melhoria da qualidade de vida dos hemofílicos.

Seu legado de dedicação e amor ao próximo, além do incentivo e estímulo ao desenvolvimento científico, transcendeu as fronteiras do Canadá e atingiu o mundo.

Atualmente, a Federação Mundial de Hemofilia, conta com cerca de 90 países que, com a troca de informações, são beneficiadas pelo acesso facilitado aos avanços das técnicas e procedimentos no tratamento da Hemofilia.

Para os hemofílicos do mundo, a legitimidade desta data, está em reforçar a importância de trazer a público as questões relacionadas à Hemofilia, chamando a atenção das autoridades responsáveis e da sociedade civil como um todo para a nossa causa.

 Crédito da imagem: hbunny

Dia da Botânica

O dia é dedicado ao botânico alemão Cari Friedrich Phillipp von Martius, consagrado o "Pai das Palmeiras" no Brasil. Um dos naturalistas mais famosos do século XIX, von Martius nasceu no dia 17 de abril de 1794 e chegou ao Brasil no dia 15 de julho de 1817, como parte de uma comitiva de intelectuais que acompanhava dona Leopoldina, esposa de dom Pedro I. Em três anos de estudos, ele explorou 12 mil espécies da flora brasileira. Até a data de sua morte, foram catalogadas 300 mil espécies do mundo inteiro, sendo a metade existente na bacia Amazônica. Phillipp von Martius morreu em 1868. O decreto que instituiu uma homenagem a ele também declarou a carnaúba, considerada a palmeira brasileira, como planta-símbolo do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.

Fonte:Livro: A origem de Datas e Festas
Autor: Marcelo Duarte
Editora: Panda Books

 Crédito da imagem: Constantino Lagoa

15.4.10

Acate com respeito todas as religiões.
Cada homem tem o direito de escolher o caminho que prefere.
Respeite a liberdade de crença dos outros, tanto quanto aprecia que respeitem a sua.
Não discuta nem procure tirar ninguém do caminho em que se acha, a não ser que seja procurado para isso.
Respeite, para ser respeitado.
"O homem que separou a mente da alma, não pode manifestar um verdadeiro discernimento". Paramahansa Yogananda

15 de abril

- Dia Mundial do Desenhista.
- Dia do Desarmamento Infantil.
-Brasil - Dia Nacional da Conservação do Solo.

 Crédito da imagem:Dr. RawheaD

14.4.10

Dia mundial do café

14 de abril
A história do café começou no século IX. O café é originário das terras altas da Etiópia (possivelmente com culturas no Sudão e Quênia) e difundiu-se para o mundo através do Egito e da Europa.[4] Mas, ao contrário do que se acredita, a palavra "café" não é originária de Kaffa — local de origem da planta —, e sim da palavra árabe qahwa, que significa "vinho", devido à importância que a planta passou a ter para o mundo árabe.[5]

Uma lenda conta que um pastor chamado Kaldi observou que suas cabras ficavam mais espertas ao comer as folhas e frutos do cafeeiro. Ele experimentou os frutos e sentiu maior vivacidade. Um monge da região, informado sobre o fato, começou a utilizar uma infusão de frutos para resistir ao sono enquanto orava.

O conhecimento dos efeitos da bebida disseminou-se e no século XVI o café era utilizado no oriente, sendo torrado pela primeira vez na Pérsia.

Na Arábia, a infusão do café recebeu o nome de kahwah ou cahue (ou ainda qah'wa, do original em árabe قهوة). Enquanto na língua turco otomana era conhecido como kahve, cujo significado original também era "vinho". A classificação Coffea arabica foi dada pelo naturalista Lineu.

O café no entanto teve inimigos mesmo entre os árabes, que consideravam suas propriedades contrárias às leis do profeta Maomé. No entanto, logo o café venceu essas resistências e até os doutores maometanos aderiram à bebida para favorecer a digestão, alegrar o espírito e afastar o sono, segundo os escritores da época.

 Crédito da imagem: HaniAlYousif

Café

12.4.10

12 de abril -Dia do Obstetra

Obstetra

"Parte da Medicina que se ocupa dos partos"
Fonte: Dicionário Michaelis

O que é ser um obstetra?

O obstetra é o médico que estuda a reprodução da mulher e investiga sua paciente durante a gestação, parto e pós-parto nos seus aspectos fisiológicos e patológicos. Além disso, este profissional é especialista em cuidar do desenvolvimento do feto e dar assistência à mulher nesse período da gravidez, através dos exames pré-natal. Alguns casos não participam de todo o trabalho de parto, deixando às vezes esse acompanhamento para as enfermeiras dos hospitais ou uma enfermeira da equipe particular. Este é um médico de muita confiança para sua paciente o que faz com que ela traga assuntos que não têm ligação com a consulta, e ele precisa estar sempre preparado para dar esse tipo de suporte.
ler mais em:www.brasilprofissoes.com.br/profissoes/obstetra

  Crédito da Imagem:Daquella manera

 


11.4.10

Vangelis

11 de abril - Dia do infectologista

A Infectologia

        A Infectologia é a especialidade médica que aborda as doenças infecciosas e parasitárias,  sejam estas causadas por vírus, bactérias, fungos,  protozoários ou outros microorganismos. 

O Infectologista

        O Infectologista é o médico especialista no diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos pacientes acometidos por doenças infecciosas.
        Atualmente as doenças infecciosas são responsáveis por grande parte das consultas médicas ambulatoriais e em pronto-socorro.
        No entanto, devido à carência de infectologistas em algumas regiões e à falta de informação da população sobre o papel do infectologista, a grande maioria desses pacientes é atendida por médicos de outras especialidades.
        Por ser um especialista acostumado a lidar com doenças localizadas nos mais variados órgãos do corpo, em geral o infectologista também tem uma visão global do paciente, também frequentemente exercendo a prática de clínica geral.
  Crédito da imagem: Sanofi Pasteur

10.4.10

Paramahansa Yogananda

Nascido na Índia no dia 5 de janeiro de 1893, Paramahansa Yogananda dedicou sua vida a ajudar pessoas de todas as raças e credos a realizarem e expressarem com maior plenitude a beleza, nobreza e verdadeira divindade do espírito humano. Depois de sua formatura pela Universidade de Calcutá em 1915, Sri Yogananda fez os votos formais como monge da venerada Ordem Monástica dos Swamis, da Índia. Dois anos depois, ele iniciou importantíssima obra, fundando uma escola "como viver", que desde então cresceu, transformando-se numa instituição composta de vinte e um estabelecimentos educacionais espalhados pela Índia, onde as tradicionais matérias acadêmicas são oferecidas juntamente com o treinamento em yoga e instruções sobre ideais espirituais. Em 1920, ele foi convidado a representar a Índia no Congresso Internacional dos Liberais Religiosos, realizado em Boston. Sua conferência nesse Congresso e subseqüentes palestras na Costa Leste dos Estados Unidos foram entusiasticamente acolhidas, e em 1924 ele partiu para uma turnê de conferências através do continente. Durante as três décadas seguintes, Paramahansa Yogananda contribuiu de maneira profunda no sentido de criar no Ocidente uma percepção e apreciação mais agudas da sabedoria espiritual do Oriente. Em Los Angeles ele estabeleceu a Sede Internacional da Self-Realization Fellowship, uma instituição não sectária fundada por ele em 1920. Através de suas obras escritas, das palestras e seminários realizados em suas longas viagens, e da criação de centros de meditação e templos da Self-Realization Fellowship, ele apresentou a milhares de buscadores da verdade a antiga ciência e filosofia da yoga, com os seus métodos de meditação universalmente aplicáveis. Num artigo sobre a vida e obra de Sri Yogananda, o Dr.Quincy Howe Jr, professor de Línguas Antigas no Scripps College escreveu: "Paramahansa Yogananda trouxe ao Ocidente não apenas a perene promessa da realização de Deus, mas também um método prático por meio do qual os buscadores espirituais de todos os níveis sociais podem progredir rapidamente em direção àquela meta. Originalmente apreciada no Ocidente apenas em níveis elevados e abstratos, a herança espiritual da Índia é agora acessível como prática e experiência a todos que aspiram conhecer a Deus, não no além, mas aqui e agora... Yogananda colocou os métodos supremos de contemplação ao alcance de todas as pessoas.

 Crédito da imagem: Prema01

Paramahansa Yogananda

Agroglifos

Agroglifos

Também conhecido por círculos nas plantações (crop circles) ou círculos ingleses, são desenhos, quase sempre em padrões geométricos, que aparecem em plantações de cereais em todo o mundo desde meados da década de 70.

O primeiro caso registrado foi na Inglaterra, entre 1647 e 1678 – a data é incerta entre os pesquisadores. É também em solo inglês onde está a maioria dos casos registrados no mundo. No entanto, o fenômeno já foi observado em países como Estados Unidos, França, Japão, Canadá, Holanda, Hungria, Rússia, Brasil, entre outros.

No início, os desenhos apareciam exclusivamente em plantações, mas estudiosos já encontraram os mesmos sinais em superfícies como neve, areia e lagos congelados.

A maior discussão em torno do assunto diz respeito à veracidade desses desenhos. Os céticos acreditam que tais marcas são produzidas pelo homem, enquanto muitos ufólogos dizem que algumas são, sim, produzidas, mas outras aparecem realmente sem que se saiba de onde e como foram feitas.

Segundo a ufóloga inglesa Nancy Talbott, uma das maiores pesquisadoras do fenômeno em todo o mundo e presidente do BLT Research Team, há como saber se as marcas nos campos foram feitas pelo homem ou não. “Nos locais onde foram encontrados 'crop circles' notamos presença de quantidades anormais de radiação eletromagnética; hastes de plantas dobradas e não quebradas; alterações biofísicas nas plantas; e campos magnéticos fortes”. Neste último caso, relatos afirmam que aparelhos elétricos e magnéticos, como câmeras, bússolas e celulares, não funcionam no interior dos círculos.

Por mais que se fale em agroglifos, esse é um tema ainda muito desconhecido também para os pesquisadores. “A primeira razão para se estudar os “crop circles” é justamente porque ninguém sabe, de fato, o que causa esse fenômeno. Nosso grupo tenta obter tantas informações quanto possível sobre as energias envolvidas, estudando as plantas e os solos do interior desses círculos. Dessa forma, comparamos com o plantio que não foi atingido”, comenta Nancy.

 Crédito da imagem: oddsock

Dia da Arma de Engenharia - EXÉRCITO

As ações de engenharia estão registradas na História do Brasil desde o período inicial da colonização, quando foram demarcadas fronteiras e construídos fortes e fortins para a defesa e unidade do território. Ao longo do tempo, destacaram-se também as operações militares típicas da Arma durante a Insurreição Pernambucana, com a construção e operação de uma balsa que transportou a tropa luso-brasileira de uma margem para a outra do rio Tapacurá, ação que a colocou a salvo do Exército holandês, detido pela cheia do rio. Com essa travessia, a Força patriota ganhou tempo para uma melhor concentração, vencendo, logo a seguir, os invasores holandeses no Monte das Tabocas e em Casa Forte.

Em 1851, o Brasil se mobiliza para a guerra contra Rosas e Oribe. Essa campanha viria a revelar algumas necessidades do nosso Exército, entre as quais a de uma unidade especializada que aliasse a capacidade combatente dos quadros e da tropa à preparação profissional para transpor e remover obstáculos, facilitando o deslocamento e a abordagem do inimigo nas diversas circunstâncias do combate.

E foi assim que, com o empenho e a ação oficial do próprio Caxias, se decidiu pela organização de um batalhão de engenheiros, que deveria, inicialmente, figurar entre os Corpos da Artilharia. A criação dessa unidade, célula-mater da Arma de Engenharia, foi determinada pelo Decreto no 1.535, de 23 de janeiro de 1855, assinado por D. Pedro II.

Durante a campanha da Tríplice Aliança, entre outras ações, os engenheiros mostraram seu valor possibilitando a travessia do rio Paraná e abrindo a estrada do Chaco, ações que tiveram influência decisiva na vitória brasileira naquele conflito.
Após tantos feitos, em 1908 a Engenharia ascendeu ao status de Arma.

Dia da Engenharia

         
  10 de abril

A engenharia é a ciência e a profissão de adquirir e de aplicar os conhecimentos matemáticos, técnicos e científicos na criação, aperfeiçoamento e implementação de utilidades, tais como materiais, estruturas, máquinas, aparelhos, sistemas ou processos, que realizem uma determinada função ou objetivo.
Nos processos de criação, aperfeiçoamento e implementação, a engenharia conjuga os vários conhecimentos especializados no sentido de viabilizar as utilidades, tendo em conta a sociedade, a técnica, a economia e o meio ambiente.
A engenharia é uma ciência bastante abrangente que engloba uma série de ramos mais especializados, cada qual com uma ênfase mais específica em determinados campos de aplicação e em determinados tipos de tecnologia.
Fonte:pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia

 Crédito da imagem: onefish2

9.4.10

Dia Nacional do Aço

09 de abril

Aço é uma liga metálica formada essencialmente por ferro e carbono, com percentagens deste último variando entre 0,008 e 2,11%. Distingue-se do ferro fundido, que também é uma liga de ferro e carbono, mas com teor de carbono entre 2,11% e 6,67%.
A diferença fundamental entre ambos é que o aço, pela sua ductibilidade, é facilmente deformável por forja, laminação e extrusão, enquanto que uma peça em ferro fundido é muito fragil.
Fonte:pt.wikipedia.org/wiki/Aço


Crédito da imagem: zebble

Ogum

É o orixá responsável pela guerra, pela metalurgia e pela tecnologia
Pode ser sincretizado com São Jorge, devido à armadura e às armas de metal que este santo comumente usa, ou com São Sebastião, cujas flechas e sangue remetem a guerra.
Sua cor é o azul-escuro, seu ambiente é o campo aberto (que é o cenário habitual das guerras)

 Crédito da imagem: Forever Wiser

São Jorge

São Jorge

São Jorge é o santo patrono da Inglaterra, Portugal, Geórgia, Catalunha, Lituânia, da cidade de Moscou e, extra-oficialmente, da cidade do Rio de Janeiro (título oficialmente atribuído a São Sebastião), além de ser padroeiro dos escoteiros e do S.C Corinthians Paulista. No dia 23 de Abril comemora-se seu martírio. Ele também é lembrado no dia 3 de novembro, quando, por toda parte, se comemora a reconstrução da igreja dedicada a ele, em Lida (Israel), onde se encontram suas relíquias, erguida a mando do imperador romano Constantino I. Há uma tradição que aponta o ano 303 como ano da sua morte. Apesar de sua história se basear em documentos lendários e apócrifos (decreto gelasiano do século VI), a devoção a São Jorge se espalhou por todo o mundo. A devoção a São Jorge pode ter também suas origens na mitologia nórdica, pela figura de Sigurd, o caçador de dragões

 Crédito da imagem: artmosh

São Jorge

7.4.10

07 de abril

 
- Dia Mundial da Saúde
- Dia do Jornalista

- Dia do Médico Legista
- Dia do Corretor

 Crédito da imagem:Wessex Archaeology

4.4.10

Il Divo

Fundo do mar

Dia Nacional do Parkinsoniano

04 de abril



Parkinsonismo, síndrome de Parkinson, parkinsonismo atípico ou parkinsonismo secundário é uma síndrome específica caracterizada por tremor, hipocinesia, rigidez e instabilidade postural.[1] A causa mais comum de parkinsonismo é a condição neurodegenerativa conhecida como doença de Parkinson, entretanto, o parkinsonismo pode ser causado por diversas outras doenças, inclusive algumas toxinas, algumas doenças metabólicas, e outras condições neurológicas.[2]
Embora cada caso mereça ser analisado de forma particular, outra causa comum do Parkinsonismo é o efeito colateral de medicamentos, principalmente os neurolépticos antipsicóticos, como as fenotiazinas (tais como a clorpromazina e a perfenazina), os tioxantenos (como o flupenthixol e o zuclopenthixol) e as butirofenonas (como o haloperidol), as piperazinas (tais como a ziprasidona) e, raramente, os antidepressivos.
A doença de Parkinson (DP) é dita idiopática, isto é, sem causa definida, mas outras formas de parkinsonismo, como os casos genéticos ou secundários a outras doenças ou exposição a substâncias, e mesmo os chamados parkinsonismos atípicos podem existir, acometendo pessoas de todas as idades e sexos, mas com prevalência maior em pessoas acima de 60 anos de idade.

3.4.10

Tributo a Michael Jackson

Tributo a Michael Jackson por André Rieu violonista e regente,com a participação da
cantora lírica brasileira Carmen Monarcha

Casa Fanti Ashanti

A Casa Fanti Ashanti foi fundada em 1954 pelo Sr Euclides Menezes Ferreira e a
Sra Isabel,esta casa de candomblé Jeje-Nagô comandada pelo Babalorixa Euclides Talabyian fica localizada no estado do Maranhão,Brasil

Dia da Verdade

03 de Abril



Crédito da imagem: EdenWeng

2.4.10

02 de abril

-Dia do propagandista
-Dia internacional do livro infanto-juvenil
-Dia do nascimento do autor Hans Christian Andersen

 Crédito da imagem:Will Merydith

1.4.10

Índios

01 de abril-Dia da abolição da escravidão dos índios-1680


A escravidão, também conhecida como escravismo ou escravatura, foi a forma de relação social de produção adotada, de uma forma geral, no Brasil desde o período colonial até o final do Império. A escravidão no Brasil é marcada principalmente pelo uso de escravos vindos do continente africano, mas é necessário ressaltar que muitos indígenas também foram vítimas desse processo. A escravidão indígena foi abolida oficialmente por Marquês do Pombal, no final do século XVIII.[1]
Os escravos foram utilizados principalmente na agricultura – com destaque para a atividade açucareira – e na mineração, sendo assim essenciais para a manutenção da economia. Alguns deles desempenhavam também vários tipos de serviços domésticos e/ou urbanos.


Os escravos foram utilizados principalmente em atividades relacionadas à agricultura – com destaque para a atividade açucareira – e na mineração, sendo assim essenciais para a manutenção da economia. Alguns deles desempenhavam também vários tipos de serviços domésticos e/ou urbanos.
A escravidão só foi oficialmente abolida no Brasil com a assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888.[2] No entanto, o trabalho compulsório e o tráfico de pessoas permanecem existindo no Brasil atual, a chamada escravidão moderna, que difere substancialmente da anterior.
ler mais em:pt.wikipedia.org/wiki/Escravidão_no_Brasil

Crédito da imagem:Fernando Stankuns