21.4.10

Física Quântica

Física Quântica e Emotologia - Quem Somos Nós?

Prof. Luiz Machado - 18/09/2006


Com a divulgação do filme “Quem Somos Nós?“ (Em inglês “What the Bleep do We Know?", cuja melhor tradução seria “Que droga de coisa é essa que nós somos?” Vê-se, então, que se usassem “O que somos nós?” e não “Quem somos nós”, a tradução ficaria mais próxima do título em inglês), muita gente teve sua atenção despertada para a física quântica. Pois então vamos falar sobre ela.

Física (do grego physis, “natureza”) é a ciência da matéria e energia e das interações entre as duas.

Para o propósito deste despretensioso artigo de divulgação, destacam-se a física clássica, como esta ciência era estudada até o final do século XIX e a física quântica, que utiliza conceitos surgidos no início do século XX, com a mecânica quântica.

O adjetivo quântico vem da palavra latina quantum, que indica uma quantidade, algo que pode ser medido ou contado. Também pode ser explicada como: a mais baixa denominação de energia ou de outras quantidades físicas que podem ser intercambiadas. Em português jurídico, indica “quantia ou quantidade determinada”. Na física, ela é um termo geral para unidade indivisível de qualquer forma de energia. Assim, a física quântica ou ondulatória é um conjunto de teorias que incluem os fenômenos da estrutura íntima da matéria: partículas com probabilidades e possibilidades.

A mecânica quântica é uma teoria não relativista que descreve a mecânica de sistemas atômicos e subatômicos (que dizem respeito a ou são próprias de sistemas cujas dimensões características são inferiores à dimensão característica dos átomos. “Subatômico” indica o que é relativo a cada um dos constituintes dos átomos, ou seja, os prótons, nêutrons e elétrons). A dimensão dessas partículas torna relevante o princípio da incerteza, de Heisenberg, assim como a dualidade onda-partícula.

O princípio de Heisenberg ou da incerteza (Werner Karl Heisenberg (físico alemão, 1901–1976) diz que ao se aumentar a acurácia de medida de uma quantidade observável aumenta a incerteza com a qual outras quantidades possam ser conhecidas.

Como se vê, a física quântica trata dos fenômenos da natureza íntima da matéria, até onde nossa percepção de hoje consegue alcançar.
Os conceitos de mente, espírito, alma, à luz da física quântica (ou ondulatória) vai ao âmago da matéria, no campo das partículas subatômicas deduzidas hipoteticamente ou encaradas como um constituinte irredutível da matéria. Essa é a nova física que permite entender os fenômenos da espiritualidade.

É no campo dessas partículas que atua a mente humana por meio de quadros mentais emotizados. “Emotizar” é um verbo que nós nos vimos obrigados a criar para expressar a necessidade de reproduzir os fenômenos das emoções, tratadas estas como energia e não como sentimento, abalo afetivo ou moral.

No organismo, no campo físico ou mental, quando algum desequilíbrio se revela sob a forma de doença, a origem está nas moléculas, nos átomos e nas partículas que os constituem.

Emoção-energia é a base da Emotologia.

A emoção, que mexe com os campos vibracionais, que geram as ondas, é responsável por toda complexidade do sistema ser humano.

A ligação da física quântica com a Emotologia está no fato de que as imagens emotizadas vão atuar no campo vibracional das partículas elementares (fótons, bósons léptons, mésons, bárions) e partículas subatômicas (prótons, nêutrons, elétrons).

As estruturas do sistema límbico (regiões do encéfalo mais responsáveis pelo controle das emoções), em íntima cooperação com o sistema glandular, relacionam-se com a estrutura íntima da matéria que cria inúmeras possibilidades, daí os resultados em termos de mudança de comportamento, curas que se podem conseguir com informações que penetram no sistema límbico.

A velha ciência, com seu paradigma, ensinava que todos os fenômenos eram de coisas formadas por matéria (monismo materialista defendido pelo biólogo alemão Ernest Haeckel, 1834–1919). O novo paradigma admite a explicação dos fenômenos pela estrutura mais íntima da matéria e possibilidades criadas pela interação das partículas.

Artigo extraído dos livros do Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário