31.8.10

Dia do Outdoor

31 de Agosto -
Um Outdoor é a designação de um meio publicitário exterior, sobretudo em placards modulares, disposto em locais de grande visibilidade, como à beira de rodovias ou nas empenas de edifícios nas cidades. A palavra outdoor é de origem inglesa e, em inglês, tem sentido totalmente diverso do seu significado em português. Billboard é a palavra inglesa para qualquer propaganda (painel, letreiro luminoso, letreiro em parede, muro etc.) exposta ao ar livre ou à margem das vias públicas.
 Crédito da imagem:Daveness_98

Dia do Nutricionista

31 de Agosto -
O nutricionista é um profissional de saúde com formação generalista, humanista e crítica. Está capacitado para atuar visando à segurança alimentar e à atenção dietética, em todas as áreas do conhecimento em que a alimentação e nutrição se apresentem fundamentais para a promoção, manutenção e recuperação da saúde e para a prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais. Sua atuação contribui para a melhoria da qualidade de vida e deve ser pautada em princípios éticos, com reflexões sobre a realidade econômica, política, social e cultural do país.
 Crédito da imagem:Kirti Poddar

30.8.10

30 de Agosto - Dia do Vendedor Lojista

O Dia do Vendedor Lojista é comemorado no dia de São Ficário, santo católico e padroeiro do vendedor lojista.
A profissão de vendas é uma das mais antigas do mundo. Vender é tão ou mais importante do que produzir, inventar ou criar produtos e serviços. Trata-se do envolvimento, domínio e a utilização de vários princípios e técnicas.
O mercado está exigindo cada vez mais que este profissional de vendas empenhe-se no desenvolvimento pessoal e profissional. Tal arte requer constante habilidade do vendedor de manter-se engajado, atualizado em cursos da área. Vendas é uma especialidade que exige grande capacidade de negociação, comunicação, visão estratégica, ambição, formação e amor pelo trabalho.


29.8.10

Simone e Zélia Duncan

Dia da Visibilidade Lésbica

O Dia da Visibilidade Lésbica foi instituído em 29 de agosto de 1996, em referência ao 1° Seminário Nacional de Lésbicas (Senale), realizado no Rio de Janeiro. Em 2003, o 5º Senale, em São Paulo, reafirmou a data e decidiu levá-la a todo o país.

As militantes do movimento avaliam que o seu protagonismo está crescendo. Eles citam como prova a decisão da 1ª conferência Nacional GLBT, em 2008, mudando a sigla oficial para LGBT, com o objetivo de valorizar a identidade lésbica.
 Crédito: gaelx

28.8.10

28 de Agosto - Dia do Voluntáriado

 Crédito da imagem: Arrels Fundació

Dia do Bancário

No dia 28 de agosto de 1951, uma assembléia histórica no Sindicato dos Bancários, contando com a presença de 28% da categoria, decidiu ir à greve para conseguir seus direitos. A greve foi deflagrada e logo duramente reprimida. O DOPS prendia e espancava os grevistas. Em todo o Brasil a manipulação da imprensa levou os bancários de volta ao trabalho, mas a categoria em São Paulo resistiu e, em conseqüência, a repressão aumentou. Somente após 69 dias de paralisação, a categoria arrancou 31% de reajuste. Após o término da paralisação a repressão foi ainda mais acentuada. Centenas de bancários foram demitidos e as comissões por bancos foram desmanteladas pelos banqueiros. Mas, como resultado mais positivo, a greve de 1951 colocou em xeque a lei de greve do governo Dutra e provocou, também, a criação do Dieese em 1955.
Fonte: UFGNet
 Crédito da imagem:b1mbito

28 de Agosto - Dia do Avicultor

 Crédito da imagem: Dario Sanches

Ultraje a Rigor

27.8.10

Raul Seixas

Dia do Psicólogo

Em 1962 foi aprovada a Lei nº 4.119, que regulamenta a profissão de psicólogo no Brasil. Ao psicólogo cabe estudar os fenômenos da mente e do comportamento do homem com o objetivo de orientar os indivíduos a enfrentarem suas dificuldades emocionais e ajudá-los a encontrar o equilíbrio entre a razão e a emoção. O Dia do Psicólogo, 27 de agosto, foi criado para reforçar ao profissional a necessidade de estar sempre atento à responsabilidade que sua atividade apresenta.
O objeto de estudo do psicólogo é o comportamento humano e o seu principal objetivo é compreender o homem. Com atuação cada vez mais ampla, atualmente o psicólogo encontra espaço para desenvolver seu trabalho nas áreas jurídica, escolar e educacional, social, organizacional, do trabalho, do esporte, do trânsito, na clínica e na saúde, dentre outras. Este profissional atua no âmbito da psicopedagogia, da psicomotricidade, da neuropsicologia e da assistência social e ainda nas comunidades, nas instituições e nas organizações não-governamentais (ONG). O psicólogo ainda pode atuar fomentando discussões relativas aos Direitos Humanos e aos direitos das crianças e dos adolescentes, à sexualidade e gênero e à comunicação e mídia. Em todo local no qual for necessária a intermediação de um profissional que possa auxiliar o desenvolvimento do bem-estar psíquico dos indivíduos, individual ou coletivamente, o psicólogo encontra campo de trabalho e poderá contribuir.
De acordo com o Conselho Federal de Psicologia (CFP), o Dia do Psicólogo visa reforçar o compromisso social na luta pelos direitos humanos e na construção das políticas públicas a partir das conquistas democráticas das últimas décadas, afinal o desenvolvimento da psicologia é construído por cada um no cotidiano do exercício profissional.
Fonte:www.racine.com.br
 Crédito da imagem: h.koppdelaney

Dia do Corretor de Imóveis

No dia 27 de agosto é comemorado o dia do Corretor de Imóveis. A profissão surgiu no século XX, quando o desenvolvimento das cidades fez com que a comercialização de imóveis, por intermédio dos anúncios em jornal, se tornasse constante, passando a existir como forma de vida, como profissão.
O Corretor de Imóveis nessa época era conhecido como agente imobiliário.
O nascimento da categoria ocorreu na década de 30, durante o governo de Getúlio Vargas, quando foram criadas as primeiras leis trabalhistas.
Nos anos 40 os Corretores de Imóveis faziam parte de uma categoria organizada e reconhecida por toda a sociedade. Os anos 80 foram marcados pela solidificação e organização da profissão do Corretor de Imóveis em todo o Brasil.
 Crédito da imagem: h.koppdelaney

25.8.10

Dia do Feirante

O dia do feirante é comemorado em 25 de agosto, data que marcou a realização da primeira feira livre no país, no Largo General Osório, em São Paulo, no ano de 1914.
A idéia surgiu dos próprios produtores, uma vez que após fazerem as vendas de seus produtos para donos de restaurantes e mercearias, não sabiam o que fazer com as mercadorias que restavam, assim tentavam vendê-las a preços mais baixos, diretamente para a população.
A partir do Ato 625, o prefeito da capital paulista, Washington Luis, oficializou e implantou as feiras livres no Brasil, sendo que hoje seguem as determinações da Lei nº. 492/84.
O sucesso das feiras livres foi tão grande que persistem até os dias de hoje, pois os produtos estão em ótimo estado de conservação, fresquinhos, parecem até que foram colhidos na hora. Além das folhagens, leguminosas, ovos e frangos, também são comercializados vários outros produtos. São barracas de pastéis e caldo de cana, de defumados como lingüiças e carnes, queijos, doces, salgadinhos, farinhas, além de outros que não tem nada a ver com o meio, mas que também são vendidos no local, como roupas, DVDs, CDs, consertos de panela etc.
 Crédito da imagem: Lazzari
 

O Rappa

22.8.10

Dia do Folclore

Os hábitos do povo, que foram conservados através do tempo. Dia do Folclore 22 de agosto - Decreto no. 56747 de 17/08/1965.
Folclore é uma palavra de origem inglesa cujo significado é ''conhecimento popular''.
As manifestações da cultura de um povo, seja através de suas lendas da sua alimentação, do seu artesanato, das suas vestimentas e de muitos de seus hábitos originais e os enriqueceram com novos hábitos criados após a reunião.
O folclore é passado de pais para filhos, geração após geração. As canções de ninar, as cantigas de roda, as brincadeiras e jogos e também os mitos e lendas que aprendemos quando criança são parte do folclore que nos ensinam em casa ou na escola.
Fazem parte do folclore os utensílios que o povo fabrica para o uso de ornamentação, como as cestas de vime, e os objetos de cerâmica, madeira e couro. Os tecidos, a renda, os adornos de miçangas e penas, também existem ainda muitas outras atividades que fazem parte do folclore.
O folclore é o meio que o povo tem para compreender o mundo. Utilizando a sua imaginação, o povo procura resolver os mistérios da natureza e entender as dificuldades da vida e seus próprios temores.
Conhecendo o folclore de um país podemos compreender o seu povo. E assim passamos a saber, ao mesmo tempo, parte de sua História.
O folclore brasileiro é um dos mais ricos do mundo. Nele, estão as marcas dos diferentes povos que formaram nossa nação, principalmente o indígena, o africano e o europeu. Imagine uma colcha de retalhos multicolorida com uma mistura de figuras geométricas, estampas e texturas. Assim é nossa herança cultural.
Saci-pererê, feijoada, redes de dormir, chinelo de palha, fita do Nosso Senhor do Bonfim, brincadeira de esconde-esconde, bumba-meu-boi, samba, panelas de barro, ferradura atrás da porta, carnaval e futebol. Conhecer, cultivar e estudar nossas tradições é uma forma de manter vivas as raízes nacionais. Veja aqui o que é folclore e conheça as principais tradições do nosso povo.

Popular ou folclórico?
O folclore é popular, mas segundo grandes estudiosos do assunto – como Luís da Câmara Cascudo –, nem tudo o que é popular é folclórico. Para um costume ser considerado folclore é preciso ter origem anônima, ou seja, não se saber ao certo quem o criou. Deve ser aceito e praticado por um grande número de indivíduos. Também precisa resistir ao tempo e ser passado de geração em geração. A transmissão? De boca em boca. Ao pé do fogo, na beira do fogão, nos encontros sociais, na missa, enfim, no dia-a-dia do nosso país.
 Crédito da imagem: Tiago Celestino
 

21.8.10

Lulu Santos - Casa

Dia da Habitação

Antes do período neolítico, na pré-história, o homem escavava abrigos ou se instalava em cavernas. Por volta de 4000 a.C é que começam a aparecer as primeiras muralhas e casas de pedra, tijolo ou madeira. Vários tipos de construções foram surgindo desde então, como as do estilo bizantino, do românico, do gótico, do barroco, até os edifícios arranha-céus de nosso tempo.
Essas construções tinham uma finalidade muito específica: servir de habitação para o homem em todas as épocas históricas. Mas o que vem a ser uma habitação? Trata-se de um lugar onde se vive, que você ocupa como residência, ou seja, o lugar em que você mora.
Em 21 de agosto, comemoramos o dia da habitação. 

Fonte:IBGE teen 

Casa Inteligente

20.8.10

Dia do Maçon

20 de Agosto -

A Maçonaria

A Maçonaria, Ordem Universal, é constituída por homens de todas as nacionalidades, acolhidos por iniciação e congregados em Lojas, nas quais, auxiliados por símbolos e alegorias, estudam e trabalham para o aperfeiçoamento da Sociedade Humana. É fundada no Amor Fraternal e na esperança de que,com amor a Deus, à pátria, à família e ao próximo, com tolerância e sabedoria, com a constante e livre investigação da Verdade, com a evolução do conhecimento humano pela filosofia, ciências e artes, sob a tríade da Liberdade, Igualdade e Fraternidade e dentro dos Princípios da Moral, da Razão e da Justiça, o mundo alcance a felicidade geral e a paz universal.

Desse enunciado deduz-se o seguinte:

I - a Maçonaria proclama, desde a sua origem, a existência de um Princípio Criador, ao qual, em respeito a todas as religiões, denomina Grande Arquiteto do Universo;

II - a Maçonaria não impõe limites à investigação da verdade e, para garantir essa liberdade, exige de todos a maior tolerância;

III - a Maçonaria é acessível aos homens de todas as raças, classes e crenças, quer religiosas quer políticas, excetuando as que privem o homem da liberdade de consciência, da manifestação do pensamento, restrinjam os direitos e a dignidade da pessoa humana e exijam submissão incondicional;

IV - a Maçonaria Simbólica compõe-se de três Graus universalmente reconhecidos e adotados: Aprendiz, Companheiro e Mestre;

V - a Maçonaria adota a Lenda do Terceiro Grau;

VI - a Maçonaria além de combater a ignorância em todas as suas modalidades, constitui-se numa escola, impondo-se o seguinte programa:

a) obedecer às leis democráticas do País;
b) viver segundo os ditames da honra;
c) praticar justiça;
d) amar o próximo;
d) trabalhar pelo progresso do homem;

VII - a Maçonaria proíbe discussão político-partidária e religioso-sectária em seus Templos;

VIII - a Maçonaria adota o Livro da Lei, o Esquadro e o Compasso, considerados como suas Três Luzes Emblemáticas, que deverão estar sobre o Altar dos Juramentos.



A par dessa definição e da declaração formal da aceitação dos "Landmarks", codificados por Albert Gallatin Mackey, proclama, também, os seguintes princípios:

I - amar a Deus, a Pátria, a Família e a Humanidade;

II - praticar a beneficência, de modo discreto, sem humilhar;

III - praticar a solidariedade maçônica, nas causas justas, fortalecendo os laços de fraternidade;

IV - defender os direitos e as garantias individuais;

V - considerar o trabalho lícito e digno como dever do homem;

VI - exigir de seus membros boa reputação moral, cívica, social e familiar, pugnando pelo aperfeiçoamento dos costumes;

VII - exigir tolerância para com toda forma de manifestação de consciência, de religião ou de filosofia, cujos objetivos sejam os de conquistar a verdade, a moral, a paz e o bem social;

VIII - lutar pelo princípio da equidade, dando a cada um o que for justo, de acordo com sua capacidade, obras e méritos;

IX - combater o fanatismo, as paixões, o obscurantismo e os vícios.



Ainda segundo o Sereníssimo Grão-Mestre da GLUSA, Weber Varrasquim:

A Maçonaria é uma Instituição que se apresenta como Caritativa, não é contra nenhuma religião e reconhece Deus como o Ser Supremo, o Grande Arquiteto do Universo.

Sua origem data de 1175, quando pedreiros ingleses, no intuito de guardarem em segredo a forma das construções góticas que tomava conta da Inglaterra, se organizaram sob a proteção de São João Batista.

Eduardo VI terminou com a Fraternidade no ano de 1547, provocando a formação da Sociedade dos Pedreiros Livres. Abraçaram o Deísmo no século XVII e construíram o Templo da Humanidade em 1650.

Em 1713 teve início a Moderna Maçonaria em Londres, que tinha como finalidade espalhar o Deísmo, os preceitos naturais e unir os homens sem distinção religiosa.

Com a aceitação de ateus na sociedade pelo Grande Oriente de França, ocorreu o Grande Cisma da Maçonaria, nascendo então as duas primeiras Grandes Potências Maçônicas no Mundo, a francesa e a inglesa.

Até então, segundo sua constituição, somente poderiam fazer parte da sociedade aqueles que acreditassem em Deus e na imortalidade da alma.

Tal fato, gerou duas Maçonarias : a Inglesa, que é teísta e apolítica; e a Francesa, que admite ateus e é política.

A partir do nascimento destas Obediências Maçônicas, surgiu então o termo "irregular" e o tão solicitado "reconhecimento", pois os Maçons do Grande Oriente de França e as Obediências ligadas a ele não reconhecem a Grande Loja Unida da Inglaterra e vice e versa.

Resta lembrar que tanto uma quanto a outra são regulares, apenas não se reconhecem entre si, o que torna o termo "irregular" sem efeito, pois os que são irregulares para uma determinada Obediência é regular para outra e os Maçons que não são reconhecidos por uns são extremamente reconhecidos por outros.

No Brasil, o início da maçonaria se deu com o Grande Oriente do Brasil (GOB), e o Grande Oriente de França foi quem deu reconhecimento ao GOB, sendo este, à época, a única Obediência Maçônica brasileira, mais tarde o GOB se distanciou do Grande Oriente de França e foi para a Grande Loja Unida da Inglaterra, e a partir de então a maçonaria brasileira teve também seu desenvolvimento, surgindo então dissidências do próprio GOB, nascendo as Grandes Lojas Estaduais, os Grandes Orientes Estaduais e As Grandes Lojas Unidas Estaduais, sendo que esta última na sua grande maioria não nasceram de dissidências, mas sim de Maçons adormecidos, de outros vindos de outras Obediências no Exterior e de Maçons já iniciados em Grandes Lojas Unidas que com a colaboração de suas Potências Mães fundaram outras Grandes Lojas Unidas.

Por ser o Grande Oriente do Brasil a origem da maçonaria brasileira e por ser ele ligado a Grande Loja Unida da Inglaterra, é que se fala muito no meio maçônico, do reconhecimento pelos ingleses e muito pouco se fala do Grande Oriente de França e também das Grandes Lojas Americanas, que diga-se de passagem são hoje em número de Irmãos, a maior maçonaria do Mundo.

A Maçonaria possui lojas, templos, sessões, cerimônias, sinais de reconhecimento, insígnias e o maçom deve ajudar seus irmãos em qualquer ocasião.

A escolha de seus membros é minuciosa, optando-se por membros que tenham um bom nível cultural e situação financeira equilibrada, uma vez que o candidato ao ingresso na Ordem, por conta disso, não deve sacrificar seus compromissos com a sociedade e com a família.

No Brasil, a maçonaria foi trazida pelos portugueses e hoje ela conta com mais de 2000 Lojas Maçônicas espalhadas por todos os Estados da Federação.

Ir.'. Weber Varrasquim

Fonte:www.culturabrasil.pro.br

19.8.10

19 de Agosto - Dia do Artista de Teatro

19 de Agosto - Dia Mundial da Fotografia



Gal Costa

Pajelança

É provável que a palavra Pajé venha da raiz pa-y = profeta, adivinho, curador, sacerdote, xamã. O termo pajelança é aplicado nas manifestações xamânicas dos índios brasileiros. Pode ser divido em pajelança indígena (rituais indígenas) e pajelança cabocla, que são praticas religiosas (não índígenas) mais comuns no Noorte e Nordeste brasileiro.

Há anos atrás, o amigo Walter Vetillo foi a Belém fazer uma reportagem para a Revista Planeta, cobrindo o VI Congresso Brasileiro de Parapsicologia e Psicotrônica onde se realizaou um Encontro de Pajés. Parte da mátéria transcrevo abaixo :

Afinal...quem são os pajés ?

Existe muito pouca coisa publicada no Brasil sobre este fascinante assunto. Uma contribuição preciosa foi o depoimento do estudioso dos mistérios amazonenses, Antonio Jorge Thor. Thor comenta o xamanismo e a pajelança :

" Um aspecto curioso deste assunto é que nos Estados Unidos, quando se fala em xamanismo, muitas linhagens dos xamãs são mulheres No Brasil não; aqui pajé é sempre somente do sexo masculino - primeira geração, que passa de pai para filho. Para sser um pajé, o candidato deve ser um paranormal e médium ao mesmo tempo. Ou seja, dve ter muitas força mental (paranormalidade) e a mediunidade, que mexe com a bioenergética, com as partículas biocósmicas (provocam a expansão da consciência fora da matéria, o espírito por exemplo), enfim aquela coisa da espiritualidade.

Entre as diversas tribos, como os Kraôs, caiapós e gaviões, varia muito o conceito de pajelança, mas eles tem alguma coisa em comum: o misticismo , o segredo. Você as vezes passa um longo tempo para conseguir uma informação, um segredo, como por exemplo, sobre um não-alucinógeno para você sair com facilidade do corpo (desdobramento) . O pajé penetra na área da encantaria, uma outra vertende da grande magia que pouca gente conhece., que é passar para uma outra dimensão e e muitos dele quando retornam dessa experiência , voltam curados. Eu fui iniciado pelas mãos de uma curandeira de terceira geração que foi tratada pelos pajés. Doente, ela passou algum tempo desaparecida e quando retornou, além de curada veio com dons incríveis.

A pajelança é uma forma de magia nativa da Amazonia, tipicamente indutiva, atuando sobre qualquer elemento vivo e mantendo estreita relação com os demais reinos da natureza: mineral, vegetal e animal. É praticada por curandeiros (principalmente pelos pajés da Amazônia), com base no xamanismo indígena .

Pelas suas ações, o xamã tenta estabelecer contato com outras formas de existência através de comunicações com entidades sobrenaturais, procurando restabelecer o equilíbrio perdido entre a natureza e a mente. Esse processo envolve curas, exorcismos, e outrois atos com objetivos diversos.

A visão holística da cultura xamanista não pode ser esquecida fornecendo ao pajé um importante elo que o integra ao todo. Nesse sentido Fritjot Capra, em ponto de Mutação, sintetiza: "A característica predominante da concepção xamanista de doença é a crença de que os seres humanos são partes integrantes de um sistema ordenado em que toda a doença é consequência de alguma desarmonia em relação à ordem cósmica. Com grande frequência, a doença também é interpretada como castigo por algum comportamento imoral.

A pajelância autêntica, abrange os pajés reunidos no conceito de "alta pajelança", cujos segredos são guardados a sete chaves - haja vista não terem interesse em que profanos venham a desfrutar dessas dádivas. Ela se subdivide em diuas correntes :

* Pajelança de "conta branca" : Atua em favor do bem, curando principalmente doenças físicas e mentais e resolvendo problemas do cotidiano da comunidade.

* *Pajelança de "conta negra" : Atua em favor do mal. Visa facilitar a vitória na guerra com outras tribos ou a disputa de guerreiros para se tornar líderes. Serve também para matar ou adoecer uma vítima, sendo que em alguns casos é usada para dificílimos trabalhos de cura.

A verdadeira pajelança é restrita a uma minoria que ostenta os segredos e poções mágicas que rejuvenescem, curam, matam, provocam viagens astrais e outras grandes iniciações. Atualmente, existem poucos pajés desse tipo no Brasil. A presença da mulher é vedada.

Já a pajelança paralela (segunda geração) envolve as várias formas de curandeirismo popular - principalmente as rezadeiras e benzedeiras, que trazem no sangue a eugenia nativa, além de estar representadas em alguns rituais da Umbanda.

Finalmente, a pajelança afim (terceira geração) engloba o curandeirismo popular originado da pajelança mater, porém com atuação mais aberta que a anterior. Aoresenta influências visíveis de outras magias, seitas, misturando-se a -se a outras culturas folclóricas e crendices de povos diversos. É a pajelança com maior influência no Brasil, e suas benzedeiras, que utilizam ervas e rezasa para tirar o "quebranto" , muitas vezes conseguem imbuir-se de dons que são inerentes aos pajés. Já as rezadeiras, embora sejam incluídas nesse grupo, são originárias do Nordeste, submetendo-se assim a uma influência maior do catolicismo.

A pajelança deve ser usada por quem realmente a domina, manipulando o universo de magias que a constituem. A princípio todos os métodos usados são indutivos, sincronizados a um objeto (instrumento de poder) e resguardado pelos dons natos do pajé. Sua maior finalidade está na força de cura ou no resultado que produz a partir de três fatores básicos :

1 Força Mental - É um dos instrumentos fundamentais de um pajé. Existe um arquétipo-modelo que fornece meios para a paranormalidade aguçar-se à medida que o pajé passa a usar elementos oriundos da natureza: comer determinadas frutas ou raízes, ingerir certas bebidas sagradas através de fórmulas secxretas, etc. Esse comp0lexo aguça a paranormalidade e está associado a outros exercícios como a entonação de mantras.

2 Sincronia de elementos - Constitui o poder de invopcar elentos das diversas dimensões através de cânticos mântricos e imagens. Quando associado à natureza, esta força ostenta a verdadeira fórmula que muitos pajés, bruxos e outros magos guardam a sete chaves. O próprio maracá, qunado sacudido cadencialmente, cria uma estrutura energética que permite a abertura para a paranormalidade.

3 Agentes auxiliares - O auxílio a esses trabalhos provém de seres de diversos planos dimensioonais invocados para operar como reforço, com os elementais da natureza, os encantados (seres energéticos de outras dimensões) e outros agentes chamados "tetaianos" ou seja, otimizados pelas comunicações biocósmicas (espíritos de pajés e de outros seres).

Um elemento insispensável na pajelança é o maracá. O maracá de um xamã é recebido ou confeccionado durante a iniciação, sendo, portanto, sagrado para ele. em alguns casos é passado de pai para filho; ou ainda, o "escolhido" é induzido a achá-lo mediante as regras impostas pelo ritual de iniciação..

Outro elemento fundamental é o tauari , uma espécie de charuto natural semi-oco que ajuda o pajé a defumar o local ou a pessoa em questão. O charuto, com sua fumaça cheirosa, objetiva imantar o ambiente e criar uma atmosfera toda especial, para facilitar os cantatos que o pajé queira fazer.

Se o maracá e o charuto, são importantes para um pajé, pois assumem significados sagrados em suas mãos, existem outros elementos secundários uisados ao lçongo dos trabalhos desenvolvidos.

* Mascar certos vegetais ou mesmo cheirá-los, ou até mesmo comer ou beber, também faz parte do ritual de entrada de um xamã. Essa situação varia muitoi de pajé para pajé, de trabalho para trabalho, dependendo do objetivo visado. O importante é que eles, usando recursos tiotalmente naturais, provocam os mesmos efeitos de certos enteógenos.

* Chás ou pós de ervas, alucinógenos ou não, facilitam as viagens e a comunicação, com entidades de outros planos, bem como aguçam a paranormalidade.

* Porções para mascar, feitas com plantas e raizes especiais, desenvolvem a sensibilidade do pajé e facilitam suas viagens, as quais poderão trazer soluções para os casos pendentes.

* Cantos nativos produzem vibrações e facilitam contatos com outros pajés, pessoas ou ouitros seres invocados nos cânticos.

Dentro dessa estrutura a pajelança é associada a rituais de grande beleza e magia, qu extasiam a todos que se envolvem no processo de participação, ou mesmo como meros observadores.

Segundo Thor, o perfeito domínio sobre este incrível mundo mágico-natural pode por vezes levar alguns pajés de alta linhagem a alterar suas partículas atômicas, tornar-se invisíveis e deslocar-se no espaço, surgindo em outros lugares. Aqui vale a pena lembrar as experiências relatadas por Castañeda em seus livros, descrevendo casos semelhantes com Dom Juan e D. Genaro.

Geralmente o pajé exerce uma influência muito grande sobre sseu povo - sua figura está para a tribo na mesma proporção em que o médico está para a comunidade. Isso faz com que sua importânciae destaque assumam uma responsabilidade toda especial sobre os problemas que afligem seu grupo. Por outro lado, como um médico, o pajé segue as normas e obedece as éticas moldadas pela sociedade., e não poderia deixar de assumir um arquétipo blinbdado para sua tribo. Dificilmente alguma coisa lhe é negada, e ele, com justiça, exerce o poder e goza de fama e do respeito de todos. Os pajés vivem bastante tempo, e os mais poderosos são chamados de sacaca por sinal, o mesmo nome de um conhecido vegetal da Amazônia Oriental, detentor de inúmeras utilidades.

Fonte:www.xamanismo.com.br

18.8.10

Oxalá

Oxalá

Oxalufon, ou Orìsà Olúfón, segundo relato de Pierre Verger, na África é velho e sábio, cujo templo é em Ifon, pouco distante de Oxogbô. Seu culto permanece ainda relativamente bem preservado nessa cidade tranquila, que se caracteriza pela presença de numerosos templos, igrejas católicas e protestantes e mesquitas que atraem, todas elas, aos domingos e sextas-feiras, grande número de fiéis de múltiplas formas de monoteísmos importados de outros países. Em contraste com essa afluência, o dia da semana iorubá consagrado a Orìsànlá só interessa atualmente a pouca gente. Exatamente um pequeno núcleo de seis sacerdotes, os Ìwèfà méfà (Aájè, Aáwa, Olpuwin, Gbògbò, Aláta e Ajíbódù) ligados ao culto de Orìsà Olúfón.

A cerimônia de saudações ao rei de dezesseis em dezesseis dias pelos Ìwèfà e pelos Olóyè chama a atenção pela calma, simplicidade e dignidade. O rei Olúfón espera sentado à porta do palácio reservada só para ele e que dá para o pátio. Ele está vestido com um pano e gorro brancos. Os Olóyè avançam, vestidos de tecido branco amarrado no ombro esquerdo, e seguram um grande cajado. Aproximam-se do rei, param diante dele, colocam o cajado no chão, tiram o gorro, ficam descalços, desatam o tecido amarram-no à cintura. Com o torso nu em sinal de respeito, ajoelham-se e prostram-se várias vezes, ritmando, com uma voz respeitosa, um pouco grave e abafada, uma série de votos de longa vida, de calma, felicidade, fecundidade para suas mulheres, de prosperidade e proteção contra os elementos adversos e contra as pessoas ruins. Tudo isso é expresso em uma linguagem enfeitada de provérbios e de fórmulas tradicionais. Em seguida os Olóyè e os Ìwèfà vão sentar-se de cada lado do rei, trocando saudações, cumprimentos e comentários sobre acontecimentos recentes que interessam à comunidade. A seguir, o rei manda servir-lhes alimentos, dos quais uma parte foi colocada diante do altar de Òsàlúfón, para uma refeição comunitária com o deus.
 Crédito da imagem: turtlemom4bacon

17.8.10

Quinteto em Branco e Preto

17 de Agosto - Dia do Patrimônio Histórico

Patrimônio Histórico pode ser definido como um bem material, natural ou imóvel que possui significado e importância artística, cultural, religiosa, documental ou estética para a sociedade.

Estes patrimônios foram construídos ou produzidos pelas sociedades passadas, por isso representam uma importante fonte de pesquisa e preservação cultural.

Há uma preocupação mundial em preservar os patrimônios históricos da humanidade, através de leis de proteção e restaurações que possibilitam a manutenção das características originais.

Mundialmente, a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Cultura, Ciência e Educação) é o órgão responsável pela definição de regras e proteção do patrimônio histórico e cultural da humanidade.

No Brasil, existe o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Este órgão atua, no Brasil, na gestão, proteção e preservação do patrimônio histórico e artístico no Brasil.

Quando um imóvel é tombado por algum órgão do patrimônio histórico, ele não pode ser demolido, nem mesmo reformado. Pode apenas passar por processo de restauração, seguindo normas específicas, para preservar as características originais da época em que foi construído.

Lista de alguns patrimônios históricos mundiais: Pirâmides de Gizé (Egito), Machu Picchu (Peru), Estátua da Liberdade (Estados Unidos), Muralha da China (China), Torre de Piza (Itália), Coliseu de Roma (Itália), Palácio de Versalhes (França), Torre Eiffel (França) e Acrópole de Atenas (Grécia).

Lista de alguns patrimônios históricos do Brasil: Cidade Histórica de Ouro Preto (Minas Gerais), Centro Histórico de Olinda (Pernambuco), Pelourinho, Estação da Luz (São Paulo), Ruínas de São Miguel das Missões (Rio Grande do Sul), Cristo Redentor (Rio de Janeiro), Conjunto Urbanístico de Brasília, Palácio do Catetinho (Brasília).

Fonte: br.geocities.com
 Crédito da imagem:Eno Medeiros

Meditação

Meditação

A Meditação.

Existem vários tipos de meditação, a prática que fazemos é a entoação de mantras que com a sua vibração faz com que o estado de Buda inerente em nossas vidas se manifeste na forma de POSITIVISMO, LIBERDADE, AUTO-ESTIMA, CORAGEM e acima de tudo SABEDORIA!

Nam - Myoho - Rengue - Kyo

A pronúncia é assim - Namiôrrôrenguêquiô





Local: Sente-se em frente ao seu Gohonzon (pergaminho budista - objeto para concentração) ou em frente a uma parede caso você não tenha o Gohonzon ainda.

É importante ter o Gohonzon pois este estimula a budicidade inerente dentro de nós, é um aspecto místico do budismo, onde o nosso SER entende a mandala (Gohonzon) e manifesta o estado de buda que existe dentro de cada um de nós.

Postura: Sente-se ereto, em uma cadeira ou no chão. O importante é manter uma boa postura para que a energia possa circular. Como trabalhamos com energia, um bom Daimoku esquenta muito o nosso corpo (calor)!

Cuidado com a postura de “pedinte” lembre-se de que nós somos criadores, criamos a nossa própria realidade.
Tenha uma postura guerreira de alguém que está aqui para fazer a diferença na sociedade.

Recite o mantra em voz alta e sinta a vibração das vogais no seu corpo. Cuidado para não recitar muito alto e incomodar as outras pessoas da casa.

As mãos devem ficar juntas na altura do pescoço e se preferir, você pode segurar o juzu (“terço” budista) ou não.

Olhos abertos, fixos no “coração” do Gohonzon (onde se localiza o Myoho) ou em algum ponto fixo para ajudar na concentração.

O que é Preciso para o Mantra dar Certo

Ensina que para um mantra dar certo temos que fazê-lo com o coração, isto é, com vontade ou motivação própria e sem inibição.
Ter motivação significa ter motivos para fazer, por exemplo:
vou fazer o mantra para ser mais feliz, evoluir espiritualmente, ter saúde, equilíbrio, proteção, ser uma pessoa melhor, resolver meus problemas, porque gosto de fazer e etc.

NAM – MYOHO - RENGUE - KYO
A Lei Última que rege todos os fenômenos no Universo.

O fator mais importante do budismo de Nitiren Daishonin. Expressa a verdadeira entidade da vida que permite às pessoas manifestarem diretamente a condição iluminada.

Nam significa “devotar-se”, “vincular-se”, “reconhecer” o essencial.
Myoho, literalmente, significa “Lei Mística”. Myo traduz-se por “substância da verdade eterna”, difícil de compreender ou além da compreensão, portanto, místico. Ho traduz-se literalmente como “lei”.
A junção de Myo e Ho resulta resumidamente em “Lei Mística”, que pode ser chamada também de lei da razão ou verdade oculta.
Em outras palavras, a junção Nam-Myoho significa reconhecer o essencial, vincular e devotar a vida a essa verdade essencial.

A palavra Rengue traduz-se por Lótus, daí a origem do título “Sutra de Lótus”. O lótus inclui-se no contexto com o significado de “simultaneidade de causa e efeito” por ser uma planta que produz flor e semente ao mesmo tempo e floresce em lugares sujos como os pântanos. Em sentido figurado, significa “existir” em meio à realidade, ou ainda, desprender-se da ilusão e enxergar a realidade essencial.
Complementando-se o sentido de Nam-myoho-rengue, temos “reconhecer e devotar-se à Lei Essencial de Causa e Efeito Simultâneos”.

A palavra Kyo significa (sutra, a voz ou ensino de um Buda) “fenômeno vital universal” ou “continuidade sem fim em constante transformação”. Se assim juntarmos os significados, temos ao final: “reconheço e devoto minha vida à lei essencial da simultaneidade de causa e efeito em meio à eternidade da vida”.

Os ensinamentos budistas têm, genericamente, esse sentido prático expresso nessa tradução simplista de Nam – myoho – rengue - kyo, embora na variedade de interpretações também sejam citados outros pontos como sendo essenciais.

É praticamente impossível descrever em poucas palavras esse poderoso mantra.
NAM – MYOHO - RENGUE - KYO, representa a expressão da verdade máxima da vida, ou a realidade essencial da vida.

Mas, se você se dispuser a colocá-lo em prática no seu dia a dia, o sentirá em sua total plenitude.

Fonte:www.soldelotus.com
 Crédito da imagem: h.koppdelaney

O Budismo de Nitiren Daishonin

O Budismo de Nitiren Daishonin fundamenta-se na afirmação de que todas as pessoas têm o potencial de atingir a iluminação. Esta idéia é a epítome do Budismo Mahayana, uma das duas principais divisões do Budismo. Surgiu na Índia após a morte de Sakyamuni, através de um movimento de popularização dos ensinos do Buda. Seus discípulos não se isolaram da sociedade como alguns grupos budistas anteriores. Ao invés disso, lutaram para a propagação em meio ao povo e para auxiliar as outras pessoas no caminho da iluminação. Portanto, Mahayana é caracterizado pelo espírito de benevolência e altruísmo.

O Budismo Mahayana foi introduzido na China, onde deu origem a várias seitas. Uma das mais importantes foi fundada por Tientai (538- 597), conhecida como seita Tendai. Esta ensina que o Sutra de Lótus é o mais alto de todos os sutras Mahayana e que todas as coisas, tanto animadas como inanimadas, possuem um potencial dormente para a iluminação. Esta doutrina resultou na teoria conhecida como "Itinen Sanzen". As doutrinas da seita Tendai foram mais tarde desenvolvidas e sistematizadas por Miao-lo (711-782), o nono chefe religioso da seita.

O Budismo de Tientai foi introduzido no Japão no Século IX por Dengyo Daishi que havia estudado sua doutrinas na China. Mais tarde, no século XIII, Nitiren Daishonin estudou no Monte Hiei. o centro da seita Tendai no Japão, e veio a entender que o Sutra de Lótus constitui a essência de todo o Budismo. Logo depois, começou a pregar o conteúdo do que havia descoberto.

De acordo com seu ensinamento, as funções de todo o universo estão sujeitas a um único princípio ou lei. Através da compreensão desta lei, a pessoa é capaz de libertar o potencial oculto de sua própria vida e atingir a harmonia perfeita com o seu ambiente.

Nitiren Daishonin definiu a lei universal como Nam-myoho-rengue-kyo, uma fórmula que representa o fundamento do Sutra de Lótus e é conhecida como Daimoku. Além disso, ele deu concreção à lei, inscrevendo-a num pergaminho - Gohonzon - para que as pessoas pudessem colocar a essência da sabedoria budista em prática e desta forma atingir a iluminação. No tratado intitulado "O Verdadeiro Objeto de Adoração", ele concluiu que crendo e orando Nam-myoho-rengue-kyo ao Gohonzon, que é a cristalização da lei universal, revelar-se-á a natureza de Buda inerente em todos os indivíduos.

Todos os fenômenos estão sob a infalível lei de causa e efeito. Conseqüentemente, o estado de vida de um ser - seu destino, em outras palavras é a consequência de todas as causas prévias. Através da oração do Nam-myoho-rengue-kyo, a pessoa está criando a causa suprema, que pode compensar os efeitos negativos do passado.

A iluminação não é mística nem transcendental como muitos supõem. Antes, é uma condição de máxima sabedoria, vitalidade e boa sorte, na qual o indivíduo pode moldar o seu próprio destino, encontrando plenitude nas atividades diárias e entendendo a missão de sua vida.

Texto retirados do livro "As escrituras de Nitiren Daishonin"
págs. 37 e 38 - Editora Brasil Seikyo
Fonte:http://www.maisbelashistoriasbudistas.com
 Crédito da imagem: h.koppdelaney
 

14.8.10

Belchior

Dia da Unidade Humana

14 de Agosto -
Pensar sobre esse tema nos leva a imaginar sobre as diversas expressões culturais existentes, e nos remete a propor uma definição sobre cultura. Segundo Chauí (1995, pg. 50) “A cultura é a criação coletiva de idéias, símbolos e valores pelos quais uma sociedade define para si mesma o bom e o mau, o belo e o feio, o justo e o injusto, o possível e o impossível, o inevitável e o casual, o sagrado e o profano, o espaço e o tempo.

A cultura se realiza porque os seres humanos são capazes de linguagem, trabalho e relação com o tempo.

A cultura se manifesta como a vida social, como a criação de obras de pensamento e de arte, como vida religiosa e política.”

A diversificada forma de manifestação cultural que o indivíduo apresenta em sociedade, vem atravessando fases de transformações sociais que exige de cada um de nos, maturidade e respeito diante das diferenças apresentadas.

Os pressupostos culturais diversos e a dinâmica da transformação cultural é notório, e algumas classes sociais (deficientes, indígenas, negros etc.) tem sido de alguma forma alvo de escárnio por algum grupo que se julga muitas vezes a voz da expressão moral, os quais tem estabelecido normas e condutas que devem ser observadas como padrão.

Nestes casos, o respeito às diferenças não tem sido levado em consideração, à diversidade tem sido vista como algo de horror e uma afronta aos bons costumes, surgindo com isso à discriminação e o preconceito, onde alguns são excluídos, são considerados seres inferiores e sem expressão social, por isso indigno de todo respeito que um cidadão merece.

Pensar em Diversidade é compreender que somos diferentes uns dos outros, é perceber que as diferenças existentes precisam ser superadas pelo respeito, e que temos muito que aprender com as diferenças. Nesta proposta de transformação, a escola poderá ser um canal na minimização do preconceito e discriminação, mas nem sempre isto é visto na prática.

Em muitas situações os professores não são capacitados para lidar com as adversidades e preconceitos existentes no dia a dia em sala de aula, com isso seus medos e preconceitos, por si só, é suficiente para que o aluno se exclua.

Uma educação não excludente e que trabalhe com o objetivo de mitigar as diferenças existentes, não é tarefa simples, requer qualificação por parte do educador, pois para saber lidar com as adversidades é necessário conhecer e compreender como elas se manifestam e em que contexto.

Portanto o educador que acolhe seus alunos, deverá ser um professor reflexivo que percebe e respeita as diferenças de cada um, que promova um ambiente de igualdade, sem limites de fronteiras, e propicia uma segurança que refletirá em um melhor e maior desenvolvimento intelectual do educando.

O respeito à diversidade precisa ser levado em consideração pelo professor como algo primordial, imprescindível em seu trabalho pedagógico, posto que, como assevera Morin: “Cabe à educação do futuro cuidar para que a idéia de unidade da espécie humana não apague a idéia de diversidade e que a da sua diversidade não apague a da unidade. [...] É a unidade humana que traz em si os princípios de suas múltiplas diversidades. Compreender o humano é compreender sua unidade na diversidade, sua diversidade na unidade”.

Portanto faz-se necessário pensar a educação escolar como um ambiente social de diferentes comportamentos, saberes e linguagens, com a finalidade de promover uma educação verdadeiramente democrática e cidadã.

Fonte: www.cead.ueg.br
 Crédito da imagem: Daniel Zanini H.

13.8.10

Homenagem ao dia do canhoto

Dia do Economista

O dia 13 de agosto foi consagrado como o "Dia do Economista" em razão da data da promulgação da Lei número 1.411, em 13 de agosto de 1951, que regulamentou a profissão de economista no Brasil e estabeleceu as normas de sua organização. Esta lei definiu que a designação profissional de economista é privativa dos bacharéis em Ciências Econômicas, diplomados no Brasil. Reconheceu, ainda, os profissionais de notório saber que atuavam como economistas na época, mas não normatizou sobre a pós - graduação strictu sensu (mestrado e doutorado).

Tendo em vista sua formação generalista, o mercado de trabalho para o economista apresenta oportunidades tanto no setor público quanto no privado. O profissional que atua no setor público trabalha preferencialmente com questões macroeconômicas tais como índices de inflação, política industrial, déficit público, com uma atuação especialmente destacada nas áreas orçamentárias, de planejamento e projetos de infra-estrutura econômica e social, econômico-financeira, de análise de conjuntura e de assessoria econômica nos mais variados campos de atividade.

Já no setor privado, o papel do economista concentra- se em aspectos microeconômicos como custos de produção da empresa, formação de preços e operações financeiras. Neste setor, são inúmeras as oportunidades e especialidades no mercado financeiro, institutos de pesquisa, empresas de assessoria e consultoria, assim como na indústria, agroindústria, comércio, universidade e entidades classistas.

Na área internacional o campo de atuação do economista abrange grandes horizontes, como o Mercosul, política econômica internacional, mediação e arbitragem e, com a globalização, os efeitos das operações de ações nas bolsas de valores etc. Todos os campos são bons e promissores, dependendo do perfil de cada profissional, porém, em qualquer área o economista necessita de embasamento teórico, aliado à prática e, principalmente, da consciência crítica sobre a realidade sócio-econômica do país.

Fonte: Portal São Francisco
 Crédito da  imagem:marfis75

Dia do Encarcerado

13 de agosto foi instituída como o Dia do Encarcerado, com o objetivo de promover a reflexão sobre a situação do sistema prisional brasileiro e o quadro evolutivo dessa situação.

Constatamos que o crescimento da população carcerária no Brasil continua significativa, o que leva à superlotação do sistema prisional, restringindo e inviabilizando seu principal objetivo, que é o de ressocialização.

O número de mulheres presas também é crescente, e sua situação infracional é vista com mais severidade, pois as mulheres são socialmente consideradas como dóceis e passivas, o que leva à visão de que mulheres que cometem atos infracionais são anormais. As mulheres sofrem dupla condenação, legalmente pelo ato infracional e, socialmente, por apresentarem "comportamento de homem".

Tal fato se evidencia no tratamento do sistema prisional brasileiro à mulher e na falta de apoio que ela recebe de maridos, companheiros, familiares e amigos. Abandono é a palavra mais verbalizada por estas mulheres.

O sistema prisional por sua vez, assim como a legislação penal vigente, não garante seus direitos básicos, nem inclui em seu tratamento o recorte de gênero. Até mesmo quando são desenvolvidas ações educativas e de formação profissional, reproduz o quadro de subordinação ao qual a mulher sempre esteve exposta.

A conclusão à qual chegamos neste dia, é que o sistema penal duplica a violência contra as mulheres encarceradas e, se desejamos sua recuperação e reintegração, temos que, primeiramente, aceitar que existe um quadro evolutivo da população carcerária feminina e o prognóstico para os próximos anos é desconhecido. Por este motivo é imprescindível viabilizar a melhoria da qualidade das vagas disponibilizadas às mulheres em situação de prisão, com ações integradas entre todas as políticas públicas.

A construção de uma legislação e de um modelo de encarceramento que responda às especificidades das mulheres em situação de prisão diminuiria não só o impacto negativo na ressocialização destas mulheres, como também repercutiria na relação destas com seu núcleo familiar e comunidade.

Fonte:www.jornaldelondrina.com.br
*Sueli Galhardi é secretária da Mulher em Londrina.
 Crédito da imagem: nane dallion

Dia Internacional do Canhoto

A 13 de Agosto (dia do azar, mês do mau agouro), celebra-se anualmente o Dia Mundial do Canhoto. Uma data “sinistra” (termo italiano que designa algo funesto e pernicioso), que rende homenagem aos 10 por cento da população que parecem viver do lado errado do espelho…

Se nos colocarmos diante de um espelho e ali realizarmos uma das nossas tarefas quotidianas – pintar os olhos, lavar os dentes, limpar o rosto ou pentear o cabelo –, a imagem que veremos reflectida será sempre a de alguém que nos imita em todos os gestos, mas usando a mão contrária.

Se somos dextros (e essa será a realidade em cerca de 90 por cento dos casos), então o que temos diante de nós, encerrado na superfície envidraçada do espelho, será a imagem do que para nós se parecerá com um canhoto. Como que presos desse lado do espelho, num mundo onde tudo parece funcionar ao contrário, vivem os esquerdinos, que hoje ascendem a mais de 10 por cento da população do planeta.

No Dia Mundial do Canhoto, O PRIMEIRO DE JANEIRO dá a conhecer uma realidade diferente, de um grupo de pessoas que não têm representação em qualquer associação, mas que, de acordo com o que a nossa reportagem conseguiu apurar, enfrentam quotidianas dificuldades em termos de adaptação ao mundo à sua volta.

Porque diariamente há milhões de pessoas que não cedem ao impulso de estender a mão para um cumprimento sem pensarem se essa será a mão correcta, e porque diariamente essas pessoas têm de se adaptar a uma realidade que não os teve em conta, a Left-Handers Internacional (associação norte-americana entretanto extinta, mas que nos anos 70 fervilhava de actividade) instituiu o Dia Mundial do Canhoto na data de hoje, que curiosamente congrega o número 13, normalmente conotado com o azar, com aquele que se convencionou ser o mês do mau agouro.

A palavra escolhida em várias línguas para definir os esquerdinos tem também quase sempre um significado pejorativo, funcionando porventura como causa ou consequência de um certo preconceito que sempre existiu contra os canhotos, que levaram muitos adultos a tentar mudar esse comportamento nas suas crianças.

Curiosidades

A circunstância de ser esquerdino está associada a comportamentos curiosos: quando desenham, por exemplo, os canhotos tendem a posicionar os objectos voltados para o lado direito. Há uma propensão elevada para a existência de um canhoto em cada par de gémeos, e a gaguês e a dislexia são também mais frequentes naquelas pessoas, nomeadamente quando na infância foram forçados a trocar o lado mais forte. Atingem a puberdade quatro a cinco meses mais tarde do que os dextros, mas nem tudo é mau: têm maior capacidade de adaptação à visão subaquática e são particularmente dotados para desportos como ténis, basebol e natação.

Lateralidade Brincar e descobrir

O conceito de “lateralidade” define, em termos técnicos, a predominância cerebral de um lado do corpo sobre o outro, tendo em conta o uso que se faz das mãos, dos pés e dos olhos.

O lado dominante define-se por volta dos quatro ou cinco anos de idade, tendo em conta a utilização preferencial do lado direito (em cerca de 90 por cento dos casos) ou do esquerdo (10 por cento), havendo ainda casos em que as crianças demonstram singular aptidão com os dois lados do corpo, ou que usam de forma preferencial a mão esquerda, mas o pé direito, por exemplo, fenómeno que se define como “lateralidade cruzada”.

A aferição da predominância lateral em cada criança pode ser feita através da observação do modo como brinca e realiza tarefas determinadas, e estimulada através de jogos específicos.

Pintar a cara…

Muito ao gosto da generalidade das meninas, a pintura do rosto é uma brincadeira que também agrada aos rapazes (se for para se parecerem com os índios), e serve de forma exemplar o objectivo de aferição da lateralidade. Em permanente diálogo com os mais novos, os adultos poderão pedir-lhes que pintem o lado direito da cara ou a sobrancelha esquerda, e ensiná-los de forma simples a diferença entre os dois conceitos.

Quase sem perceber que está a fazê-lo, a criança aprenderá a distinguir a direita da esquerda, e assim desenvolverá a sua lateralidade. No entanto, avisam os especialistas, em nenhum caso a criança deve ser contrariada no seu impulso de usar uma ou outra mão, já que, ao obrigar a inverter uma programação definida a nível cerebral, os pais estarão a condicionar o desenvolvimento natural dos filhos.

Fonte: universocanhoto.wordpress.com
 Crédito da imagem: pudghim

12.8.10

Dia da Juventude

12 de Agosto -

Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.

Este ano, a comemoração do Dia Internacional da Juventude também marca o lançamento do Ano Internacional da Juventude, sob o tema “Diálogo e Entendimento Mútuo”.

Atualmente, os desafios sociais e econômicos justificam uma atenção especial para a juventude. Oitenta e sete por cento das pessoas entre 15 e 24 anos vivem em países em desenvolvimento. A crise econômica global teve um impacto desproporcional sobre os jovens, pois eles perderam seus empregos e viram o acesso à educação cerceado. À medida que economias começam lentamente a se estabilizar, as necessidades dos jovens devem ser primordiais.

Este é um imperativo moral e uma necessidade para o desenvolvimento. Mas é também uma oportunidade: a energia da juventude pode ajudar as economias mais frágeis. A boa vontade, talento e idealismo dos jovens que encontro em todo o mundo me serve de inspiração diária. Eles fazem contribuições importantes em nosso trabalho para erradicar a pobreza, conter a propagação de doenças, combater as mudanças climáticas e atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Peço aos Estados-Membros que aumentem seus investimentos nos jovens para que eles possam fazer ainda mais.

Durante o Ano Internacional, as Nações Unidas e as organizações juvenis parceiras focarão na necessidade de incentivar o diálogo e a compreensão através das gerações, culturas e religiões. Em um mundo em que os diferentes povos e tradições estão entrando em contato mais íntimo, com mais frequência do que nunca, é fundamental que os jovens aprendam a ouvir atentamente, tenham empatia com os outros, reconheçam opiniões divergentes e sejam capazes de resolver conflitos.

Poucos esforços são mais importantes do que nutrir essas habilidades e educar os jovens sobre direitos humanos, porque entre eles não só se encontra a próxima geração de líderes, mas também os atores cruciais de hoje. Temos também que reconhecer que as gerações mais velhas têm muito a aprender com as experiências e exemplos de jovens em um momento em que vivemos em um mundo de acelerada interconectividade.

Ao lançarmos este Ano Internacional, vamos reconhecer e celebrar o que a juventude pode fazer para construir um mundo mais seguro, mais justo. Vamos reforçar nossos esforços para incluir os jovens nas políticas, programas e processos de decisão que beneficiam seu futuro e o nosso.

Fonte:Centro de informações das nações unidas
 Crédito da imagem: poisonli

Dia Nacional das Artes

Brasília, 12/08/2009 - Milhares de artistas brasileiros comemoram nesta quarta-feira (12) o Dia Nacional das Artes. Dada a diversidade das atividades realizadas por um artista, a Lei 6.533 e o decreto 82.385, ambos de 1978, regulamentaram a profissão como 'Artista e Técnico em Espetáculos de Diversões' e reconhece mais de 100 funções, que foram divididas em Artes Cênicas, Cinema e Fotonovela. De acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego, no Brasil há 68.757 com registro profissional - popularmente conhecido como DRT.

São Paulo é o estado que possui o maior número de artistas com registro profissional, com 26 mil profissionais, seguido de Rio de Janeiro (11 mil) e Paraná (8.282). Mas independente do estado ou da função, é na arte que milhares de artistas encontram espaço para se comunicar, utilizando a beleza dos movimentos, dos eufemismos e da subjetividade para traduzir sentimentos, pensamentos, cultura e história.

A arte se apresenta sob variadas formas, como a plástica, a música, a escultura, o cinema, o teatro, a dança e a arquitetura, entre outras. Cada arte com sua peculiaridade e importância, que pode ser visualizada, ouvida ou os dois ao mesmo tempo e, em alguns casos, que permite ao apreciador interação com o artista. O Cadastro Brasileiro de Ocupações (CBO), do Ministério, registra 16 ocupações para a categoria. Saiba mais, clicando aqui.

A presença de outros povos no processo de formação da sociedade brasileira, entre eles portugueses, africanos, franceses e espanhóis, trouxe ao Brasil características que refletem até hoje na arte produzida no país.

O Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões (Sated) congrega os artistas e técnicos brasileiros que trabalham em espetáculos de rádio, televisão, cinema, circo, modelos, dublagem e teatro.

Fonte:www.jusbrasil.com.br
MASP
 Crédito da imagem: Geeh Alves

Gal Costa

11.8.10

Titãs

Dia da Televisão

11 de Agosto -
Nos períodos que antecedem as eleições, seja para presidente, governadores ou prefeitos, os candidatos após o término do primeiro turno dizem a mesma frase: "Agora vai ser diferente! Teremos o mesmo tempo na TV!". Essa é uma referência que já, sem dúvida nenhuma, revela o poder de penetração que a Televisão tem sobre o povo do nosso país.
Televisão é entretenimento. Partindo dessa verdade, o telespectador procura uma programação que o mantenha atento diante da tela. Ele quer sentir emoções, sem pedir por elas. Ele quer se sentir informado, sem se sentir ignorante. Ele que aprender sem se sentir em uma escola.
A Televisão brasileira é uma excelente contadora de histórias. Tanto que faz sucesso mundial com as telenovelas. Ela não veio para substituir o rádio, cinema ou jornal, ela veio para ser um novo meio de comunicação que aprendeu com esses outros meios, já que seus profissionais, principalmente no início, vieram do rádio, jornal, teatro e cinema. E esse início é algo recente, pouco mais de 50 anos.
Na maioria dos lares brasileiros o televisor ganha destaque principal na sala das residências, algumas possuem até a sala da TV. Os sofás e poltronas ficam voltados para o aparelho. Fenômenos como Roque Santeiro, da Rede Globo, fazem o país parar diante da TV, ou olhos perplexos de todo o mundo ao ver, ao vivo, aviões chocando-se contra as torres do World Trade Center, em 11 de setembro de 2001.
A Televisão é formadora de opinião e de comportamento, aliando à velocidade da informação, o fascínio de suas imagens. O telespectador senta-se diante da tela da TV e acredita que o apresentador de um telejornal naquele momento está falando para ele. Nas palavras do jornalista Maurício Loureiro Gama, no início da TV: “No dia seguinte ao primeiro noticioso, Imagens do Dia, na Tupi de São Paulo, em 1950, fui abordado na rua Marconi por uma senhora que reclamou que ele havia sido arrogante, não falara 'com ela', que estava sentada diante da Televisão fazendo um crochezinho”. A partir daí, Loureiro Gama passou a escrever suas notícias como se fossem uma conversa com alguém, 'uma peça de teatro'. Chateaubriand telefonou para cumprimentá-lo por ser o único que sabia falar na Televisão. Com a ajuda de uma telespectadora, Gama tinha descoberto a diferença entre as duas linguagens, a da tevê e a do rádio.
Apesar de ter sido implantada há pouco tempo no Brasil, a importância da Televisão na Educação foi percebida já na década de 60 quando a TV Cultura de São Paulo com a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo criam a experiência pioneira do ensino através da Televisão com um telecurso que prepara os candidatos ao exame de admissão ao ginásio (5ª à 8ª série). Inicialmente, os telecursos eram apresentados por professores. Com o passar do tempo, perceberam que apesar de ser um curso poderia ser mais atrativo e colocaram os artistas de novelas como apresentadores.

Já havia, no início da TV no Brasil, a preocupação de conteúdo na exibição de programas. Na teledramaturgia podia-se assistir a “Casa de Pensão” de Aluísio Azevedo, “O Guarani” e “Senhora” de José de Alencar, “Helena” de Machado de Assis, Érico Veríssimo, Nelson Rodrigues, Jorge Amado, Guimarães Rosa, além de autores internacionais como Victor Hugo, Shakespeare, Alexandre Dumas, Charles Dickens, “Éramos Seis” de Maria José Dupré.

A imaginação infantil alçou mais vôos com a adaptação do “Sítio do Pica-Pau Amarelo” de Monteiro Lobato que, de 1952 a 1964, encantou várias gerações. E depois de vários remakes, está de volta com mais tecnologia e mantendo a mesma inocência que tanto nos envolveu.

Vila Sésamo”, na década de 70, foi a melhor adaptação mundial da série educativa norte-americana "Sesame Street", gravado nos modernos estúdios da TV Cultura em São Paulo, uma co-produção com a Rede Globo. Programa para crianças na idade pré-escolar que ensinava noções de tamanho, distância, números. Ganhou troféu Helena Silveira e da APCA como melhor programa cultural.
E a TV Cultura tornou-se especialista em programas infantis com conteúdos que fizeram dela a emissora mais premiada nessa categoria. Ela mostrou que era possível aliar educação, cultura e entretenimento e que podia ensinar e divertir. Lembrando: “Bambalalão”, “Catavento”, “Rá-Tim-Bum”.
A Televisão sempre nos permitiu estar em contato com a música de qualidade, os grandes concertos sinfônicos, a MPB, os festivais de Jazz e Blues e eventos internacionais que são trazidos para dentro de nossas casas.
Podemos acreditar na democratização do Ensino através da força de penetração da Televisão. Ela possibilita a transmissão de sinais, via satélite, que liva informações em tempo real a pessoas geograficamente distantes. A Educação e Conhecimento podem chegar mais perto das pessoas.
A Televisão consegue integrar todas as regiões do Brasil apesar de suas diferenças sociais, econômicas e culturais.

Fonte:www.tudosobretv.com.br
 Crédito da imagem: tm-tm

28 Sintomas de um Advogado Pobre

1. Depois de 5 anos de formado, descobrir que não vai ganhar dinheiro como advogado e prestar concurso para Oficial de Justiça;

2. ‘Incorporar’ ao escritório uma imobiliária, despachante, serviço de Junta Comercial ou de cópias xerográficas;

3. Convencer a mulher a trabalhar como secretária (para não ter de pagar salário), e a filha a fazer ‘Direito’ na USP, para estudar de graça (e depois também trabalhar de graça);

4. Ensinar à secretária a fazer as petições mais simples, para não ter de pagar estagiário;

5. Ir a casamentos, batizados ou festas de aniversário usando o anel de formatura e o broche da OAB, AASP ou do escritório preso na roupa;

6. Ir a qualquer evento social e distribuir o seu cartão para todo mundo (inclusive manobristas, garçons…);

7. Trazer garrafa térmica com água quente de casa e servir café solúvel aos clientes;

8. Aceitar fazer uma execução de 50 reais e tentar fazer um acordo;

9. Tentar a conversão de uma separação litigiosa em consensual para receber os honorários mais depressa;

10. Dizer ao estagiário: ‘O seu maior pagamento é o que você aprende aqui’;

11. Lembrar todos os dias ao estagiário que cursa quinto ano da faculdade que ‘gratidão é uma coisa muito importante’;

12. Perder prazo e colocar a culpa no estagiário;

13. Tentar convencer amigos e parentes que queiram prestar vestibular para Direito a não fazê-lo, alegando que o mercado já está muito saturado;

14. Economizar o dinheiro do almoço, passando vinte vezes na sala da OAB no Fórum para tomar café e comer bolacha de graça (a despeito da anuidade, mas esta também não é paga);

15. Quando se envolver em alguma discussão no trânsito, dizer: ‘Você sabe com QUEM está falando?’ - e mostrar a carteira da OAB;

16. Dar carteirada de OAB no guarda;

17. Ter dois ou mais adesivos de ‘Consulte sempre um Advogado’ nos vidros do carro;

18. Inscrever-se na assistência judiciária e ligar todo santo dia para o fórum, OAB ou Procuradoria para saber se ‘pintou’ alguma coisa;

19. Entulhar as prateleiras do escritório com um monte de livros que você nunca leu;

20. Ter aquela ‘balancinha’ de latão pintada de amarelo sobre a mesa do escritório;

21. Gravar na secretária eletrônica de casa: ‘Residência do DOUTOR FULANO DE TAL…;

22. Ir visitar a mãe e orientar a secretária para dizer que você está em um congresso;

23. Ficar sem emprego por mais de um ano e dizer que está estudando para concurso da Magistratura;

24. Ficar de olho nos fotógrafos em eventos em uma foto que possa ser publicada no jornal (nem que seja atrás de alguém) e, se for mesmo recortá-la e colar na parede do escritório;

25. Garantir ao cliente que a causa está ganha e, quando a coisa ficar preta, substabelecer;

26. Comprar a ‘Agenda do Advogado’ e anotar os compromissos em guardanapos de papel;

27. Vender rifa e produtos da Natura e Avon no escritório;

28. Ofender-se com piadas de advogados.

Fonte:Los Patos Digitalizados.blogspot.com

Homenagem aos Advogados.....

Dia do Advogado e do Pindura

O Direito é a ciência das normas que regulam as relações entre os indivíduos na sociedade. Quando essas relações não funcionam dentro das normas estabelecidas, entra o trabalho do advogado, que é o de nortear e representar clientes em qualquer instância, juízo ou tribunal. Advogar é uma das opções do bacharel em Direito. A outra é a carreira Jurídica. O advogado pode defender interesses de pessoas ou de instituições, privadas ou públicas. Pode especializar-se em Direito Administrativo, Civil, Comercial, da Criança e do Adolescente, Ambiental, Internacional, Penal ou Criminal, Trabalhista ou Previdenciário e Tributário.

O dia 11 de agosto é a data da lei de criação dos cursos jurídicos no Brasil e é também o Dia do Advogado. Esse dia é também conhecido como o "Dia do Pendura", uma tradição do início do século 20, quando comerciantes costumavam homenagear os estudantes de Direito deixando-os comer de graça. O dia é até hoje temido nos restaurantes, pois dizem que a tradição de comer sem pagar continuou a ser seguida...

Fonte: IBGE teen

11 de Agosto

- Dia da Televisão.
- Dia do Advogado.
- Dia do Garçom.
- Dia do Pindura.

10.8.10

Será o fim dos índios?

Apesar do "Dia do Índio", que é comemorado no dia 19 de Abril, não tem nada para se comemorar. Algumas tribos indígenas foram quase executadas por inteiro na década de 70 em diante, enquanto estavam fora de seu habitat, quase chegaram a extinção, foram ameaçados por epidemias, diarréia e estradas. Mas hoje, o que parecia impossível está acontecendo: o número de índios no Brasil e na Amazônia está aumentando cada vez mais. A taxa de crescimento da população indígena é de 3,5% ao ano, superando a média nacional, que é de 1,3%. Em melhores condições de vida, alguns índios recuperaram a sua auto-estima, reintroduziram os antigos rituais e aprenderam novas técnicas, como pescar com anzol. Muitos já voltaram para a mata fechada, com uma grande quantidade de crianças indígenas.

"O fenômeno é semelhante ao baby boom do pós-guerra, em que as populações, depois da matança geral, tendem a recuperar as perdas reproduzindo-se mais rapidamente", diz a antropóloga Marta Azevedo, responsável por uma pesquisa feita pelo Núcleo de Estudos em População da Universidade de Campinas.

Com terras garantidas e população crescente, pode parecer que a situação dos índios se encontra agora sob controle. Mas não! O maior desafio da atualidade é manter viva sua riqueza cultural.
 Crédito da imagem: Majuzinha

Maria Bethania - Um Índio

Legião Urbana

9.8.10

Dia Internacional dos Povos Indígenas

09 de Agosto-
Os povos indígenas no Brasil incluem um grande número de diferentes grupos étnicos que habitam ou habitaram o território brasileiro, e cujas raízes remontam às Américas desde antes da chegada dos europeus a este continente, em torno de 1500.

Os povos indígenas do Brasil compreendem uma grande variedade de tribos e nações, muitos deles com laços culturais e territórios históricos que atravessam as fronteiras políticas atuais e adentram os países vizinhos. Embora sua organização social tenha sido geralmente igualitária e baseada em tribos pequenas, semi-nômades e independentes, houve exemplos de nações super-tribais envolvendo milhares de indivíduos e ocupando extensos territórios. Os indígenas do Brasil falavam e falam centenas de línguas diferentes, cujas origens e conexões ainda são pouco conhecidas. Sua cultura material e espiritual também é bastante diversificada, apesar de um fundo comum devido ao estilo de vida.

Muitas das tribos que existiam no país à época de Cabral desapareceram, quer absorvidas na sociedade dos colonizadores, quer dizimadas pela violência a que os índios em geral foram submetidos durante os últimos cinco séculos. Nesse período, nações inteiras foram massacradas ou escravizadas, explícita ou disfarçadamente, ou morreram de doenças e fome depois que suas terras foram tomadas e seus meios de sobrevivência foram destruídos. A catequização por missionários europeus levou ao desaparecimento de suas crenças religiosas e outras tradições culturais; e a relocação forçada provocou enorme mistura de povos. Muitas das comunidades indígenas que ainda sobrevivem enfrentam miséria, doenças, descaso das autoridades e discriminação pelo resto da sociedade.
 Crédito da imagem: Daniel Zanini H.

Indígenas do Brasil

Projeto Escola sem Partido é arquivado no Senado   *Projeto que visava coibir a liberdade intelectual e de ensino de docentes...