31.10.11

Mundo atinge hoje marca de 7 bilhões de pessoas

Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A data de hoje (31) será celebrada em várias cidades do mundo. É o dia em que a população mundial atinge 7 bilhões de pessoas. Os nascimentos de bebês em diferentes localidades simbolizam o marco histórico.
Nas Filipinas, a data já foi comemorada, tendo como símbolo o nascimento de Danica Maio Camacho. Ela nasceu nesse domingo (30), dois minutos antes da meia-noite. Porém, para os médicos, o nascimento deve ser comemorado como se fosse hoje. Atualmente, a expectativa média de vida é 68 anos, nos anos 1950 era 48 anos.
Os especialistas, no entanto, não conseguem determinar com precisão onde nasceu ou vai nascer o cidadão de número 7 bilhões. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que até a metade deste século o número vai triplicar. Para a ONU, é fundamental que os governos invistam mais em planejamento no que se refere a alimentos, à água, energia e maior produção de lixo e poluição.
Com uma população de 13 milhões de pessoas, na Zâmbia, no Sul da África, o desafio do governo é o altíssimo número de nascimentos. A estimativa é que esse número triplique até 2050 e chegue a 100 milhões até o fim do século, fazendo com que o país tenha uma das populações que mais crescem no planeta.
*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa, e da BBC Brasil.
Edição: Graça Adjuto
Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br 





28.10.11

Mostra enfoca o centro e a periferia de São Paulo

Exibição de filmes e documentários contemporâneos está em cartaz até 04 de dezembro em São Paulo (SP) e traz exibições gratuitas
27/10/2011
Da redação


Foto: Divulgação
O Festival Latinoamericano da Classe Obera, ou Felco Brasil, está em cartaz até 04 de dezembro em São Paulo (SP), onde serão reproduzidos filmes e documentários contemporâneos que enfocam o centro e a periferia paulista. Intitulada “Coordenadas, política e audiovisual entre o centro e a periferia”, a mostra de filmes é dividida em 12 programas e todas as exibições são gratuitas.
Os filmes serão exibidos no Cine Olido, Cine Escadão, Coletivo Dolores Boca Aberta Mecatrônica de Artes e nos CEUs Butantã e Cidade Dutra. Depois de algumas exibições, haverá debates sobre questões pertinentes ao contexto da cidade e da periferia, como arte, violência, resistência e esperança.
O Festival Latinoamericano da Classe Obera foi realizado na Argentina em 2004 e na Bolívia em 2005. Este ano, o coletivo brasileiro ganhou o edital da Prefeitura de São Paulo, “Valorização de Iniciativas Culturais”, e organizou a mostra. O objetivo, segundo os organizadores, é dar vazão a vídeos e filmes que estão à margem do mainstream e que servem como meio de formação cultural crítica dos espectadores.
Mais informações: http://felcobrasil.org/
do site:http://www.brasildefato.com.br/

26.10.11

Outubro Rosa

Assessoria Sesacre   
21-Out-2011
Abrace essa ideia, vista-se de rosa e combata o câncer de mama

Imagine monumentos famosos do mundo inteiro iluminados de rosa. É isso que acontece todos os anos, no mês de outubro, desde a década de 90, e é chamado de Outubro Rosa, movimento que acontece no mundo inteiro para combater o câncer de mama. No Acre, a ação começa na segunda, 24, às 18 horas, em frente ao palácio, que estará todo iluminado de rosa, e se estende até o dia 30 deste mês.

A organização local sugere que as pessoas compareçam vestidas com camisetas brancas para colocar o lacinho cor de rosa, símbolo da campanha, que será distribuído na ocasião. Também serão distribuídos panfletos informativos e balões cor de rosa. A ação tem como objetivo chamar a atenção e sensibilizar a população e entidades para a importância da realização de exames para um diagnóstico precoce do câncer que mais mata mulheres em todo o mundo. Embora em menor escala, o câncer de mama também atinge os homens.

“Teremos uma semana inteira de atividades de conscientização sobre a luta contra o câncer de mama. Essa ação ocorre, simultaneamente, em todas as grandes cidades do mundo, por isso convidamos a população do Acre a participar dessa luta também. Outubro é só uma simbologia para marcar um combate que deve ser feito diariamente”, diz a secretária estadual de Saúde, Suely Melo.

A importância do exame

De janeiro a setembro deste ano, já foram realizados no Estado 3.556 exames de mamografia, dos quais 67 casos foram considerados suspeitos. Há dois mamógrafos no Centro de Controle em Oncologia (Cecon) e cada um tem capacidade para fazer uma média diária de 40 exames. Além da mamografia, no Cecon também é realizado exame clínico. “No momento, apenas Rio Branco realiza a mamografia, mas quem vem dos municípios é atendido no mesmo dia, e em breve Cruzeiro do Sul vai receber um mamógrafo”, diz a gerente do Cecon, Zélia de Assis.

“Toda mulher de 50 a 69 anos deve fazer o exame clínico da mama (de toque) anualmente e a mamografia a cada dois anos, mesmo que não apresente nenhum sintoma ou histórico familiar, porque é a faixa etária de maior risco. As mulheres de 40 a 49 anos que não apresentam nenhum sintoma ou histórico devem fazer o exame clínico anualmente, e caso apresentem algum nódulo, a mamografia será indicada. Para as mulheres de 35 a 39 que apresentam alto risco, o exame e mamografia deve ser realizado anualmente”, alerta.

O governador Tião Viana, a secretária de Saúde, Suely Melo, e a secretária de Políticas Públicas para as Mulheres, Concita Maia, estarão presentes, e as demais secretarias também foram mobilizadas.

Saiba mais sobre o Outubro Rosa no endereço www.outubrorosa.org.br
Fonte:http://www.agencia.ac.gov.br
Crédito da imagem: Agência Senado

24.10.11

Chiquinha Gonzaga


Site resgata obras inéditas de Chiquinha Gonzaga


Paulo Virgilio
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Primeira maestrina do Brasil, pioneira na luta pela emancipação feminina e na defesa dos direitos autorais, a compositora e instrumentista Chiquinha Gonzaga (1847-1935) é hoje mais conhecida por sua vida do que por sua obra musical, vasta em número e variada em gêneros. Em parte, isso se deve ao sucesso alcançado pela biografia Chiquinha Gonzaga: uma História de Vida, escrita pela socióloga Edinha Diniz, e pela minissérie de televisão baseada no livro.
Para resgatar a totalidade dessa obra, em grande parte ainda desconhecida tanto do público como dos músicos, os pianistas e compositores Alexandre Dias e Wandrei Braga idealizaram o site do Acervo Digital Chiquinha Gonzaga. Resultado de três anos de pesquisas da dupla, o site agora está no ar, graças a patrocínios privados e do Ministério da Cultura e à parceria do Instituto Moreira Salles (IMS) - responsável por manter o acervo pessoal da compositora - e da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT) - entidade da qual Chiquinha foi uma das fundadoras e detentora do acervo.

“Se você pergunta para um pianista, para um chorão, para nomear as músicas da Chiquinha, em geral eles se lembram de umas quatro ou cinco, quando na verdade ela compôs mais de 300, a maioria inédita”, diz Alexandre Dias. “Com o site, a gente espera um renascimento da obra de Chiquinha, com muita coisa sendo gravada pela primeira vez”, acrescenta.
O salto com o acervo é considerável: de 12 músicas de Chiquinha que estavam disponíveis comercialmente, agora são mais de 300 partituras. “Qualquer pessoa do mundo pode ter acesso gratuito a todas essas partituras para download imediato e impressão”, destaca Alexandre. Cada partitura tem uma capa personalizada e notas sobre a
composições escritas pela biógrafa Edinha Diniz, que atuou como consultora do site.
“Também disponibilizando versões com cifras, já que há muitos músicos que não leem partituras. O objetivo é contemplar o maior número possível de interessados”, afirma o pesquisador. O site também fornece as letras das canções nunca antes publicadas, mas por enquanto não há músicas executadas. “Temos planos de colocar um áudio explicativo, mas no futuro o ideal é que a obra dela seja integralmente gravada, tanto em versão para canto como para orquestra”, diz.
A variedade de ritmos e gêneros presente na obra de Chiquinha Gonzaga atesta a versatilidade da compositora que muitos conhecem apenas como a autora da primeira marchinha de carnaval, o “Abre-Alas”, datada de 1899. “As marchinhas foram apenas uma das facetas de Chiquinha, autora de choros, valsas, tangos brasileiros, polcas, fados -  ela morou três anos em Portugal -, peças sacras, serenatas, modinhas e todos os gêneros musicais existentes em sua época”, lembra Alexandre Dias.
Para marcar o lançamento do acervo digital, estão sendo realizados recitais, com arranjos especiais. No Rio de Janeiro, o recital ocorreu no último dia 15, com um concerto da banda formada por professores e alunos da Escola Portátil de Música, na Unirio. Em São Paulo, o recital será no próximo dia 30, às 11h, no Auditório Ibirapuera, e em Brasília, as apresentações estão marcadas para os dias 3 de novembro, na Universidade de Brasília (UnB) e 5 de novembro, no Clube do Choro.
Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br


18.10.11

Apoie a Marcha Mundial das Mulheres

A Marcha Mundial das Mulheres é uma organização feminista presente em 50 países do mundo. A MMM do Brasil está organizada em 17 estados. Em novembro acontecerá o Encontro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres e você pode ajudar as representantes brasileiras a irem até as Filipinas.
Coloque o feminismo brasileiro no mundo.
Com a presença brasileira neste encontro, a MMM do Brasil pretende transmitir diariamente relatos do conteúdo dos debates realizados, bem como as experiencias vivenciadas, fotos e depoimentos de mulheres de todo o mundo que estarão no encontro. Esses conteúdos serão disponibilizados no site da MMM brasileira, bem como no twitter @marchamulheres. Após o encontro, irão realizar um vídeo com o mote “feminismo é…”, reunindo a diversidade de experiencias que constituem a Marcha Mundial das Mulheres em todo o mundo.
Somos jovens, indígenas, negras, urbanas e rurais, lésbicas, sindicalistas e trabalhadoras informais. Realizamos por aqui ações cotidianas de formação feminista, de combate a violencia sexista, pela legalização do aborto, por igualdade no trabalho e na vida. O feminismo é para nós uma prática, uma maneira coletiva de estar no mundo. Feminismo é movimento, indignação e ousadia.
As representantes do Brasil levarão também nossa experiencia criativa de mobilização aqui – como mostra o video. A batucada feminista é uma das expressões deste nosso processo, que teve inicio no Brasil e hoje já é multiplicada pela MMM em vários paises. Esta é, portanto, uma experiencia de intercambio e construção coletiva.

Contribua com a construção da Marcha Mundial das Mulheres from Marcha Mulheres on Vimeo.
Crédito:http://blogueirasfeministas.com

Otto - Janaína

15.10.11

Dia Mundial de lavar as mãos

Ministério lança campanha para incentivar hábito de lavar as mãos nas escolas


Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que a maioria das infecções pode ser prevenida por meio de uma única medida – lavar as mãos sempre e de forma correta. Na véspera do Dia Mundial de Lavar as Mãos, lembrado amanhã (15), o Ministério da Saúde lançou a campanha Saúde a Gente Também Aprende na Escola. Lave as Mãos com Água e Sabão.
O objetivo da pasta, que conta com a parceria da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), é conscientizar a população – sobretudo estudantes, professores e funcionários de colégios – sobre os benefícios de higiene adequada das mãos, afastando doenças transmitidas por bactérias, vírus e fungos.
Para o infectologista Mauro Asato, o hábito de lavar as mãos deve começar a ser ensinado em casa. Na escola, entretanto, é preciso que haja um reforço sobre a importância de uma boa higiene.
“Com uma lavagem inadequada, eu posso estar carregando algum vírus ou bactéria”, destacou. “Algumas dessas doenças podem apresentar quadros como o de uma gripe ou diarreia, e hepatites virais, além de outras doenças bacterianas”, completou.
O estudante Andrei, de 7 anos, disse que lava as mãos todos os dias. “Só esqueci uma vez. Estava na casa da minha avó. A brincadeira estava muito boa”. O menino explicou o passo a passo ensinado na escola: “Ligo a torneira, coloco o sabão, espalho e depois seco [as mãos]. E jogo o papel no lixo”.
Giulia, de 6 anos, cursa o 1º ano do ensino fundamental. Ela contou que lava as mãos pela manhã, antes de almoçar, depois de brincar no parquinho da escola e à noite. “As professoras ensinam que tem que passar o sabonete e, depois, fechar a torneira”.
Veja abaixo as principais orientações do Ministério da Saúde para lavar as mãos de forma correta:
  1. Molhe as mãos com água e aplique o sabonete;
     
  2. Ensaboe as mãos, esfregando uma na outra;
     
  3. Esfregue a palma de uma das mãos nas costas da outra, entrelaçando os dedos, e vice-versa;
     
  4. Entrelace as mãos e esfregue bem os espaços entre os dedos;
     
  5. Enxague bem as mãos com água;
     
  6. Seque as mãos com papel toalha e o utilize para fechar a torneira.
     

A OMS recomenda que o procedimento dure entre 40 e 60 segundos. A torneira deve ficar fechada enquanto as mãos estão sendo ensaboadas.
Edição: Juliana Andrade
Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br

14.10.11

Neonazistas brasileiros saem da toca?

Antropóloga aponta principais características dos grupos no Brasil


Eduardo Sales de Lima,
da Redação



O jovem punk Johni Raoni Falcão Galanciak foi assassinado na madrugada do dia 4 de setembro. No dia 29 do mesmo mês, a Justiça condenou a 31 anos e 9 meses de prisão, Vinícius Parazatto, um dos skinheads acusados de obrigar dois jovens (que usavam camisetas com nomes de bandas punks), a pular de um trem em movimento, em Mogi das Cruzes, em 2003. Um deles morreu, o outro perdeu um braço. Entretanto, cabe recurso a Vinícius.
Os dois fatos reacendem mais uma vez a luz sobre o crescimento de grupos de extrema direita no país, sobretudo na região metropolitana de São Paulo.
No Brasil, a partir da década de 1980, surgiam os “Carecas do ABC”, em contraposição ao movimento popular e sindical, capitaneado então por Luiz Inácio Lula da Silva.
Anos depois, o contexto atual pode ser explicado, em grande parte, pelo acalorado debate nas eleições presidenciais no ano passado. É o que pensa a antropóloga Adriana Dias, da Unicamp, que estuda a questão do neonazismo no Brasil desde 2002.“A questão do preconceito aos nordestinos, que apareceu no ano passado, vem desde as eleições do Lula. Na eleição da Dilma, isso se radicalizou muitíssimo porque foi levantada a questão do aborto, do casamento gay”, lembra Adriana.

Segundo ela, obviamente, por trás de vários tipos de preconceitos existemquestões de classe. Mas vai além. Segundo Adriana, no caso do racismo exercido por certos grupos, o que existe não é somente opinião, mas uma emoção “contundente e violenta”.
Ela acrescenta ainda que nas crises, “nos momentos em que a humanidade é chamada a depor”, sobretudo de âmbito econômico, os movimentos fascistas tendem a ganhar mais espaço em parte da juventude .“Por exemplo, quando surgiram as cotas raciais. A gente viu um grande movimento desses grupos contra as cotas”, lembra.
Muita coisa mudou da época dos “Carecas do ABC” para cá. Sobretudo a possibilidade de comunicação entre esses membros de grupos fascistas, com o uso da internet. Adriana identificou impressionantes 150 mil endereços IP (protocolos de internet) de brasileiros que baixaram pelo menos 100 arquivos de páginas neonazistas. O site Valhala88, desativado em 2007, chegou a receber 200 mil visitas diárias no Brasil.


O que leem
Há dois grandes grupos etários de neonazistas no Brasil, de acordo com Adriana. O primeiro tem entre 18 e 25 anos. O outro entre 35 e 45 anos, que seriam os líderes.
Segundo ela, a leitura dos neonazistas é composta por William Patch, Thomas Haden, Miguel Serrano. “Eles acessam muitos fóruns no exterior e leem muita literatura revisionista, que na verdade é negacionista [negação do holocausto], relata.
De acordo com Adriana, os neonazistas brasileiros “baixam” muito mais traduções em português, espanhol, e inglês, mas dificilmente em alemão. “A grande maioria nem sequer lê em inglês”, pontua.
Quanto aos autores brasileiros, alguns jovens assistem a seminários promovidos pelo Instituto Plínio Correia de Oliveira (criador da TFP - Tradição, Família e Propriedade) e gostam dos escritos do jornalista Olavo de Carvalho. “Eu não quero dizer que Olavo de Carvalho seja amigo de todos eles por conta disso”, afirma Adriana.
Ainda de acordo com a antropóloga e sem quantifi cá-los, ela destaca que metade deles [neonazistas] que “estudou” possuem uma visão “cosmo-religiosa”. Adriana explica que uma parte dos neonazistas tenta chamar o nacional-socialismo de nacional-espiritualismo. “É uma tentativa de dar uma camuflagem de opinião ou de religiosidade ao grupo. O nazismo não é uma religião, não é uma opinião. Ele é uma ideologia. Se você entra na questão da opinião e na religião, acaba virando uma desculpa de liberdade de crença. E não é”, pondera.


O que ouvem
“É nítido ver qualquer agressão vinculada a grupos de extrema direita, em locais onde a música é o pano de fundo”, afirma pesquisadora sobre o tema que preferiu não ser identificada.
De acordo com ela, a música exerce um papel primordial sobre os jovens neonazistas. “Colocando a música dentro de um cenário político e com letras que reverenciam o poder, elas podem entrar na consciência de um indivíduo mais do que em qualquer outro ‘meeting político’, por ser mais suave, e por em princípio ser inocente, mas com propriedade densa”, revela.
Como explica a pesquisadora, o tema em geral das músicas neonazistas (no Brasil e no mundo) versa sobre o poder branco, nacionalismo exacerbado, usam indiretamente menções de Hitler e a alguns personagens que fazem parte da história do partido nazista.
Em relação às bandas do Brasil, há o Comando Blindado, a banda Zurzir (o vocalista desta banda recebeu uma intimação judicial e foi preso, pelo teor das letras nas músicas). Defesa Armada e Resistência 88 também figuram na cena musical neonazista.
“Os números 8 e 88 correspondem à oitava letra do alfabeto, que é “H”. Logo, o 88 é HH, iniciais de Heil Hitler. Uma pequena ideia da comunicação entre estes grupos. A música exerce uma força muito grande, da mesma forma que Leni Riefenstahl teve o poder sobre o cinema na propaganda nazista”, lembra.


Prussian Blue
Como alguns exemplos de bandas internacionais, a pesquisadora cita o caso das Prussian Blue. “Elas [duas garotas, Lynx Gaed e Lamb Gaed, gêmeas de 19 anos de idade] começaram em eventos musicais de extrema direita, com bandas da mesma linha. A mãe das meninas é uma racista declarada. Elas não estudaram em escolas, pois a mãe lecionava para elas em casa. Elas não podiam ter nenhum contato com o mundo externo. Há vídeos no Youtube em que as meninas até dançavam em torno da suástica”, conta a pesquisadora.
O álbum alcançou o quarto lugar na lista da revista Billboard.
Segundo a pesquisadora, em todas as letras das duas garotas, há um “entendimento político extremista sério”. “Até que ponto podem ir estes embriões de Hitler, influenciando outras jovens, em formação de opinião?”, questiona a pesquisadora.

Fonte:http://www.brasildefato.com.br


13.10.11

Índio come gente?

Muitos se fazem essa pergunta: ÍNDIO COME GENTE?

É importante compreendermos melhor tudo o que há por trás dessa pergunta. Existe o medo da sociedade; existe a falta de informação; existe a dificuldade de conviver com a diferença… Para matar um pouco da “fome”, achamos bacana começarmos a responder o que é que os indígenas comem hoje.
Igual a todas as pessoas do mundo, a alimentação de uma sociedade depende do lugar onde está vive, se for um lugar seco a alimentação será bem distinta daquele habita um lugar úmido, se houver um rio por perto será diferente que se tiver o mar por perto, se for um mar de correntes frias será muito diferente que se for uma baia tropical… No nosso Brasil existem muitos tipos diferentes de alimentações. Não são todas as comunidades no Brasil que comem arroz com feijão! Nem todos os indígenas do Brasil têm a mesma alimentação. A alimentação de um povo vai depender de seu habitat, de suas condições financeiras, dos valores sociais e culturas. E, ainda assim, dentro de um mesmo povo, haverá diferencias entre o que cada indivíduo come, haverá as escolhas e gostos individuais. Nessa página, você irá conferir a alimentação do índio contada pelo próprio índio. Reconstruir outra história!
É um modo de  estar desconstruindo essa concepção que está muito presente na sociedade em achar que índio come gente, o que condiciona,  muito a uma idéia estigmatizada sobre os Povos Indígenas.

ÍNDIO COME GENTE?

A antropofagia (prática do canibalismo) era prática por algumas etnias da ÁfricaAmérica do SulAmérica do Norte, ilhas do Pacífico Sul e nas Caraíbas (ou Antilhas). Acreditava-se  que comer carne humana dava força, coragem.
No Brasil, essa prática era se dava entre os índios Tupinambá, Guayaki, Wari, Yanomami e Arawete. E, isso acontecia em rituais, não era porque índio estava com fome, mas para o ritual que praticavam, e para cada etnia esse ritual tinha um significado diferente, um significado de morte diferente.
Com a chegada dos jesuítas, que tinha um olhar de estranheza para esse modo de comer gente, prática que era da cultura de alguns indígenas, como já dissemos. Tal comportamento foi sendo banido, extirpado  e foi impondo-se outra cultura. E, assim ritual de antropofagia foi sendo deixada por aqueles que praticavam.
No contexto que vivemos, escutamos muito a pergunta clássica: “Índio come gente?” A resposta é simples: Não! Índio não come gente!
Há etnias que ainda vivem em completo contato com a natureza e que não tiveram suas terras devastadas por garimpo ou pelo agronegócio, retiram seus alimentos da natureza apenas complementam com a agricultura nas suas roças.
Há uma diversidade de culturas indígenas, afinal tem mais 220 etnias. E, cada etnia tem uma alimentação diferente, de acordo com sua região, e não é gente!
Aqueles que vivem nas aldeias plantam e colhem seus próprios alimentos, e compram o que não é produzido na comunidade, caso de quem mora nas cidades. Há aqueles, que praticam o escambo na comunidade. Assim, quem tem milho, por exemplo, troca farinha ou outro produto que precisa. Os Kariri-Xocó ainda hoje fazem uso dessa prática.
Por exemplo, os índios mais ao norte do Brasil, comem açaí, a pupunha, a banana, o abacaxi e outros alimentos típicos da Amazônia.
Já para os índios da região centro oeste, outras comidas fazem parte de sua dieta alimentar, feijão, mandioca, milho, arroz e outros alimentos. Por exemplo, nós Terena,  temos como a alimentação o feijão de corda, o milho, o maxixe e o arroz.
E aqueles que vivem na cidade, já se têm outra alimentação como as comidas industrializadas, prontas para serem consumidas, como as frituras.
Enfim, os indígenas têm seus costumes e tradições muito diferentes uns dos outros, uma cultura muito rica que todos devem conhecer procurar entender a história de cada povo. E assim compreender, que a história de que índio come gente, não existe.

Reino Unido não vai fazer acordo com países homofóbicos



O Ministério do Desenvolvimento Internacional do Reino Unido vai cortar ajuda em dinheiro aos países que agem contra LGBTs.

Depois que dois homossexuais foram presos no Malawii, caso em que até Madonna chegou a agir, o Reino Unido parou com a ajuda de cerca de 70 milhões de reais que dava para o país.

Como argumento, o governo britânico disse: “Nosso governo é comprometido em combater a violência contra LGBT tanto dentro quanto fora de nosso país. Só ajudaremos nações que respeitem os direitos humanos”.

Fonte:http://cenag.uol.com.br

10.10.11

Rock In Rio: veja o balanço final em números

Ordem de grandeza impressiona

Um relatório final da produção do Rock In Rio foi enviado hoje à imprensa. O festival teve duração de sete dias e atraiu 700 mil pessoas, com todos os ingressos esgotados. O sucesso da empreirada levou os patrocinadores a garantirem o anúncio da confirmação da edição de 2013, no mês de setembro. Veja outros números, que  impressionam:
7 dias

100 horas de diversão

98 horas de música

700 mil pessoas

13 mil funcionários

28 mil convidados vips

160 atrações musicais

180 milhões de internautas de 200 países acompanharam o festival

R$ 880 milhões de impacto na economia do Rio

90% de ocupação dos quartos da rede hoteleira

350 mil turistas sendo 25% estrangeiros

10 mil empregos direta e indiretamente

200 quilômetros de cabos

50 quilômetros de dutos

20.750 kVa de energia, o equivalente a 600 casas

4,5 milhões de seguidores nas redes sociais

5 milhões de visitantes únicos no site oficial do festival

13 países tiveram o festival como Trending Topics no twitter

83,2 mil pessoas passaram pela Roda Gigante, pela Tirolesa, pelo Free Fall e pela Montanha Russa

448 mil hambúrgeres foram consumidos

79.112 hambúrgeres foram consumidos só no dia 24, estabelecendo um novo recorde de venda do sanduíche em um único dia

18 mil sanduiches de pasta

25.522 massas foram consumidas

55.783 pizzas foram vendidas

700 mil litros de chope foram bebidos, em 1,7 milhão de copos

10 mil peças de roupa foram vendidas, 50% desse número de camisetas do Rock in Rio

15 mil pessoas adquiriram o cartão “Rock In Rio Club”, para a edição de 2013

331 toneladas de resíduos foram geradas

74 toneladas de lixo orgânico foram recolhidas pela Comlurb

156 toneladas de material potencialmente reciclável foram encaminhados para a Estação de Transferência de Jacarepaguá

101 toneladas de material reciclável, principalmente papelão, papel misto, plástico e latas, foram coletadas pela Barracoop, e seguiram para reciclagem

8,6 mil atendimentos médicos gratuitamente. Do total de atendimentos, 99% foram resolvidos in loco, houve apenas três casos graves (um de embolia pulmonar, um Acidente Vascular Esquêmico (AVE) hemorrágico e mal-súbito) e nenhum óbito. A maioria por conta de dores de cabeça (33%) e problemas ortopédicos (33%). Foram 45 remoções para hospitais da Rede D’Or e da rede pública
Fonte:http://www.rockemgeral.com.br 


 Crédito da imagem: Bruno Farias

Cinema e direitos humanos para todo o Brasil

Chegar à sexta edição consecutiva da Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul já seria motivo de grande satisfação para a Cinemateca Brasileira. Fazê- lo envolvendo todo o território nacional é para nós uma realização ainda mais notável.

Ao longo dos últimos cinco anos, levamos adiante a iniciativa da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República de promover a conscientização e a reflexão acerca dos Direitos Humanos por meio da exibição de filmes e da realização de debates com diversos atores sociais que trabalham - no cinema, na vida - com o tema. Mais do que isso, procuramos integrar as cinematografias da América do Sul e do Brasil, tão diversificadas, promovendo um espaço de exibição de amplo acesso.

2011 é um ano de grandes conquistas para a Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul: contamos com filmes de todos os países da América do Sul em nossa programação; tivemos um número recorde de inscrições em nossa convocatória (233 filmes) e estaremos presentes nas 26 capitais do País e no Distrito Federal.

Este ano destacamos quatro Direitos Humanos, cada um representado por um filme de grande relevância para a cinematografia nacional ou latino-americana dos últimos tempos. Direitos Humanos e Saúde Mental será o tema abordado com a exibição de Bicho de Sete cabeças, de Laís Bodansky; a Cidadania LGBT está presente em morango e chocolate, de Tomás Gutiérrez; os Direitos dos Idosos são a chave para a reflexão a partir de chuvas de verão, de Carlos Diegues; e os Direitos da Infância dão o tom em central do Brasil, de Walter Salles. Além desses destaques, teremos uma ampla variedade de títulos nas seções Contemporâneos e Retrospectiva Histórica.

Novamente com a parceria do SESC-SP, da TV Brasil e do Ministério das Relações Exteriores e o apoio integral da Petrobras, convidamos a todos para acompanharem, entre 10 de outubro e 1º de dezembro, esta ação de valorização do cinema como meio de transformação social. Esperamos, com isso, não apenas difundir filmes, mas contribuir para a reflexão sobre questões coletivas urgentes no trabalho interminável pela construção de um mundo mais humanizado.

Cinemateca Brasileira

Toda a programação está no endereço eletrônico: www.cinedireitoshumanos.org.br




7.10.11

Manchetes de Blogs Interessantes _07.10.11


Cinema

Lars von Trier: Cinemateca exibe obra completa

Em oportunidade única, público pode conferir obras com exibição inédita no Brasil




















Desta terça-feira (dia 4) até o dia 20 de outubro, a Cinemateca Brasileira apresenta a “Retrospectiva Lars Von Trier”. Com entradas a R$ 8, a retrospectiva inclui grande parte dos filmes dirigidos pelo polêmico e consagrado cineasta dinamarquês, com obras raras e não exibidas pelo circuito comercial brasileiro.

As exibições são, também, uma oportunidade para o público ver ou rever, em cópias de 35mm, todos os seus filmes já lançados no Brasil.

CINEMATECA BRASILEIRA
Largo Senador Raul Cardoso, 207
próxima ao Metrô Vila Mariana
Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)
Ingressos: R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia-entrada)
Estudantes do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas têm direito à entrada gratuita mediante a apresentação da carteirinha.

Confira a Programação:http://www.brasildefato.com.br/content/lars-von-trier-cinemateca-exibe-obra-completa

Palmares promove exposição de arte africana

Por Joceline Gomes
Divulgação/FCPDivulgação/FCP
À esqueda, estatueta símbolo da fecundidade no grupo étnico Ashanti. Serkt, deusa Protetora egípcia (C) e representação de um ancião da etnia Maasai, localizada no Sudeste do Quênia.


Em comemoração ao Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes, a Fundação Cultural Palmares promoverá, de 13 a 20 de outubro, a exposição Expressões Africanas, com o acervo de 15 embaixadas do Continente Africano. Serão expostas peças artesanais, artefatos, quadros, móveis e esculturas que retratam a cultura da África do Sul, Angola, Botsuana, Benin, Cabo Verde, Cameroun, Costa do Marfim, Egito, Gana, Guiné-Equatorial, Guiné-Bissau, Mauritânia, Moçambique, Namíbia e Quênia.
O curador é o professor do Instituto de Artes e Coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade de Brasília, Nelson Inocencio. Segundo ele, as peças que compõem a exposição foram escolhidas de acordo com o que cada objeto representa para o seu país e o significado de cada uma. A intenção é explorar o sentido dos objetos para cada uma das sociedades representadas.
“Existe uma ideia de que a arte africana é uma arte primitiva. Nosso propósito é defender um outro olhar, proporcionar uma perspectiva didática e educativa com suas características e referências estéticas”, disse.
Além de celebrar o Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes, a exposição pretende mostrar que a África não é uma referência somente para os africanos. “Divulgar a África é promover a pluralidade, a diversidade e importância da Diáspora Africana, que tanto contribuiu para a formação da identidade de vários países”, explica Inocencio.
Para o presidente da Fundação Cultural Palmares, Eloi Araujo, a exposição se destaca por ser uma das principais ações da Palmares, dentro do Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes, e conta com a participação do Ministério da Cultura (MinC), da Câmara dos Deputados e das Embaixadas dos países africanos no Brasil. “ Esta mostra terá a riqueza, a beleza, a criatividade de artistas africanos, cuja criação encanta e sensibiliza povos de todos os matizes”, destaca.
A exposição Expressões Africanas foi desenvolvida pelo Centro Nacional de Informação e Referência da Cultura Negra da Fundação Cultural Palmares e será aberta no dia 13 de outubro, às 17 horas, no Salão Branco do Congresso Nacional, em Brasília.
Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes – Essa proposta está de acordo com o fato de que o ano de 2011 foi eleito pela Organização das Nações Unidas como o Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes, com o objetivo de erradicar a discriminação racial contra o africano e seus descendentes, que são os povos mais vitimados pelo racismo. Neste ano, ganham destaque as medidas relacionadas à maior participação do negro nas políticas públicas, bem como as ações que têm por objetivo fornecer uma maior informação cultural sobre os povos, as tradições e a diversidade cultural da África e seus descendentes.
Serviço
O quê: Exposição Expressões Africanas
Onde: Salão Branco do Congresso Nacional
Quando: de 13 a 20 de outubro
Visitação: A partir do dia 14/10 (Segunda à sexta-feira, das 9h às 19h / Sábados e domingos, das 9h30 às 17h30. Entrada Franca)
Mais informações: (61) 3424-0165/ 3424-0166

Fonte:http://www.palmares.gov.br

Os Museus do IBRAM

O Instituto Brasileiro de Museus é responsável pela administração direta de 30 museus.
Os museus são casas que guardam e apresentam sonhos, sentimentos, pensamentos e intuições que ganham corpo através de imagens, cores, sons e formas. Nesse sentido, o Ibram incentiva as unidades museológicas a desenvolverem projetos que enfatizam não apenas o aspecto cultural, mas também o social e o educacional, além das ações administrativas, que vêm contribuindo para o desempenho dos projetos realizados.
Conheça nossos museus:
Museu da Inconfidência – Ouro Preto (MG)
Localizado na antiga Casa de Câmara e Cadeia de Ouro Preto, o museu foi inaugurado em 1944 para preservar, pesquisar e divulgar objetos e documentos relacionados à Inconfidência Mineira. O acervo de 4 mil itens reúne peças históricas e artísticas que formam um conjunto articulado de testemunhos culturais do período, refletindo a relação de Vila Rica com a conspiração. O Panteão dos Inconfidentes guarda lápides com os restos mortais de 16 inconfidentes, incluindo o poeta Tomás Antônio Gonzaga.
Diretor: José Rui Guimarães Mourão
Endereço: Praça Tiradentes, 139 – Centro – Ouro Preto – MG.
Tel.: +55 (31) 3551-1121
Horários: De terça a domingo, das 12h às 17h30
 Museu da República – Rio de Janeiro (RJ)
Conhecido como Palácio do Catete, o edifício que abriga o Museu da República foi construído em meados do século XIX pelo Barão de Nova Friburgo. Mais tarde, foi adquirido pelo governo federal para sediar a Presidência da República. Em 1960, logo após a transferência da capital para Brasília – e quando já haviam passado por lá 18 presidentes -, tornou-se sede do museu. A instituição oferece ao visitante um panorama da história republicana. Fotos, documentos, objetos, mobiliário e obras de arte dos séculos XIX e XX integram o acervo, exposto nos salões do Palácio. Um grande parque, teatro, livraria, cineclube, brinquedoteca e loja de design integram a estrutura. O museu contitui-se também como um espaço para reflexão crítica sobre a história e a cultura do país e busca cumprir sua função social de instituição ligada à educação.
Diretora: Magaly de Oliveira Cabral Santos
Endereço: Rua do Catete, 153 – Rio de Janeiro – RJ. Tel: +55 (21) 3235-3693
Horários: Terça à sexta, das 10h às 17h, aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h
Palácio Rio Negro (Petrópolis – RJ)
Localizado na cidade de Petrópolis, foi residência oficial de verão de Presidentes da República como Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e João Goulart, entre outros. Atualmente é administrado pelo Museu da República. Temporariamente fechado para visitação.
Diretora: Magaly de Oliveira Cabral Santos
Endereço: Av. Koeler, 255 – Petrópolis – RJ.
Tel: (24) 2246-2378/2423

 Museu Histórico Nacional – Rio de Janeiro (RJ)
É um dos maiores museus do país e ocupa um conjunto arquitetônico de grande relevância histórica para a cidade do Rio de Janeiro. O acervo, de mais de 270 mil itens, é composto por pinturas, esculturas, armaria, viaturas, porcelanas, prataria e a maior coleção de moedas antigas da América Latina, além de uma biblioteca especializada em história do Brasil e um arquivo histórico, com documentos manuscritos e iconográficos.
Diretora: Vera Lúcia Brotel Tostes
Endereço: Praça Marechal Âncora, próximo à Praça XV – Rio de Janeiro – RJ. Centro – Rio de Janeiro (RJ). Tel: (21) 2550-9220 / 2550-9224
Horários: De terça a sexta-feira, das 10h às 17h30. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h. Fecha na segunda-feira
Museu Imperial – Petrópolis (RJ)
O Palácio Imperial de Petrópolis, hoje Museu Imperial, foi a residência de verão de D. Pedro II. O acervo, que tem como foco o Segundo Reinado, abrange móveis, adornos, objetos do cotidiano, esculturas, joias, prataria e outros itens. Coroas, cetro, os trajes majestáticos e a pena de ouro com a qual a princesa Isabel assinou a Lei Áurea fazem parte do acervo, assim como pinturas e uma biblioteca com 55 mil títulos de história do Brasil, uma coleção de obras raras com aproximadamente 8 mil itens, documentos e fotografias. O museu oferece aos visitantes uma série de eventos, como um espetáculo de som e luz que relata momentos importantes do Segundo Reinado.
Diretor: Maurício Vicente Ferreira Junior
Endereço: Rua da Imperatriz, nº 220 – Centro – Petrópolis – RJ. Tel: (24) 2245-5550 e 2245-5560.
Horários: De terça a domingo, das 11h às 18h
Bilheteria: de terça a domingo, das 11h às 17h30
Jardins: das 8h às 18h
Setores técnicos: das 13h30 às 17h30
Museu Lasar Segall – São Paulo (SP)
Sediado na residência e ateliê que pertenceu a Lasar Segall, o museu expõe obras do artista plástico e atua também como centro de atividades culturais, com visitas monitoradas, cursos nas áreas de literatura, gravura e fotografia, exposições e projeção de filmes. Abriga, ainda, uma ampla biblioteca especializada na arte dos espetáculos e fotografia.
Diretor: Jorge Schwartz
Endereço: Rua Berta, 111 – São Paulo – SP.
Tel.: (11) 5574-7322
Horários: De terça a sábado e em feriados, das 14h às 19h.
Aos domingos, das 14h às 18h
Museu Nacional de Belas Artes – Rio de Janeiro (RJ)
O acervo do primeiro museu de artes do país conta atualmente com mais de 60 mil peças, entre obras de pintura, escultura, desenho e gravura brasileira e estrangeira, além de reunir um segmento significativo de arte decorativa, mobiliário, gliptíca, medalhística, arte popular, documentos e um conjunto de peças de arte africana. O museu possui a maior e mais importante coleção de arte brasileira do século XIX.
Diretora: Monica Xexéo
Endereço: Av. Rio Branco, 199, Centro (Cinelândia), Rio de Janeiro – RJ. Tel: +55 (21) 2219-8474
Horários: De terça a sexta-feira, das 10h às 18h e aos sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Museus Castro Maya: Chácara do Céu e Museu do Açude – Rio de Janeiro (RJ)
O Museu Chácara do Céu, em Santa Teresa, e o Museu do Açude, na Floresta da Tijuca, são o legado do empresário e colecionador Raymundo Ottoni de Castro Maya, que, em 1962, criou uma fundação para preservar e dinamizar seu patrimônio artístico, doando suas coleções e suas duas residências, transformadas em museus. O acervo inclui pinturas, gravuras, desenhos, peças de mobiliário luso-brasileiro, prataria, cristais, tapetes, coleção de arte oriental e objetos de arte popular.
Museu da Chácara do Céu
Diretora: Vera Maria Abreu de Alencar
Endereço: Rua Murtinho Nobre, 93 – Santa Teresa – Rio de Janeiro – RJ. Tel: (21) 3970-1126
Horários: Diariamente, exceto às terças-feiras, das 12h às 17h. Entrada franca às quartas. Fecha nos dias 1º Jan, Carnaval, Sexta-feira Santa, 21 de Abril, 1º maio, Corpus Christi, 7 de setembro, 12 de outubro, 2 de novembro, 15 de novembro, 25 de dezembro e 31 de dezembro 

 Museu do Açude
Diretora: Vera Maria Abreu de Alencar
Endereço: Estrada do Açude, 764 – Alto da Boa Vista – Rio de Janeiro – RJ. Tel: (21)3433-4990
Horários: Diariamente, exceto às terças-feiras, das 11h às 17h. Entrada franca às quintas. Fecha nos dias 1º de janeiro, Carnaval, Sexta-feira Santa, 21 de abril, 1º de maio, Corpus Christi, 7 de setembro, 12 de outubro, 2 de novembro, 15 de novembro, 25 de dezembro e 31 de dezembro

Museu Villa-Lobos – Rio de Janeiro (RJ)
Instalado em um casarão tombado do século XIX, o Museu Villa-Lobos reúne objetos e documentos referentes à vida e à obra do compositor e maestro Heitor Villa-Lobos. O acervo tem mais de 53 mil itens, entre partituras (manuscritas e impressas), correspondências, recortes de jornais, discos, filmes, livros, condecorações, instrumentos musicais e objetos de uso pessoal.
Diretor: Wagner Tiso
Endereço: Rua Sorocaba, 200 – Botafogo – Rio de Janeiro – RJ
Tel: +55 (21) 2226-9818
Horários: De segunda à sexta, das 10h às 17h

Museu de Biologia Prof. Mello Leitão – Santa Teresa (ES)
Fundado em 1949 pelo naturalista capixaba Augusto Ruschi, o museu faz pesquisas biológicas, coleta material zoológico e botânico, desenvolve educação ambiental e atua na preservação da memória de seu criador. O MBML controla duas estações biológicas na cidade de Santa Teresa (Santa Lúcia e Caixa d’Água) e reúne em seu acervo científico de mais de 65 mil itens que atraem pesquisadores de todo o mundo.
Diretor: Hélio de Queiroz Boudet Fernandes
Endereço: Avenida José Ruschi, 4 – Centro – Santa Teresa – ES. Tel: (27) 3259-1182
Horários: De terça a domingo, das 8h às 17h

Museu Casa de Benjamin Constant – Rio de Janeiro (RJ)
O museu foi a residência de Benjamin Constant, figura de destaque na fundação da República brasileira. Adquirido pelo patrimônio público em 1891, logo após o falecimento de Benjamin Constant, o museu está localizado em uma área verde de 10,5 mil metros quadrados no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Possui uma exposição permanente de objetos, obras de arte e mobiliário que recriam o modo de vida do final do Século XIX e início do Século XX, época em que viveu Benjamin Constant.
Diretora: Elaine de Souza Carrilho
Endereço: Rua Monte Alegre, 255 – Santa Teresa – Rio de Janeiro – RJ. Tel: (21) 3970-1177 / 3970-1168
Horários: Quarta-feira a sexta-feira, das 10h às 17h. Sábado e domingo, das 13h às 17h. O parque abre das 9h às 18h
Museu da Abolição – Recife (PE)
Criado em 1957, o Museu da Abolição – Centro de Referência da Cultura Afro-Brasileira está localizado no sobrado que foi sede do Engenho Madalena e residência do conselheiro abolicionista João Alfredo. O museu foi oficialmente inaugurado em 1983, com a exposição “O Processo Abolicionista Através dos Textos Oficiais”. Fechado em 1990, foi reaberto em 1996, no Dia do Patrimônio Cultural. O acervo dispõe de peças do cotidiano de senhores e escravos. Desde objetos ligados ao sincretismo religioso até aqueles utilizados no tráfico negreiro.
Diretora Interina: Fabiana de Lima Sales
Endereço: Rua Benfica, 1150 – Madalena – Recife – PE. Tel: +55 (81)3228-3248 
Horários: Segunda à sexta, das 9h às 18h, aos sábados, das 14h às 18h
*Fechado na primeira segunda-feira de cada mês
Museu do Diamante – Diamantina (MG)
Instalado em um modelo de referência da arquitetura civil do século XVIII, o Museu do Diamante funciona na casa onde viveu o inconfidente padre Rolim. Em 1950, o imóvel foi tombado e tornou-se museu. O Museu do Diamante classifica e conserva elementos característicos de jazidas, formações e espécies de diamantes brasileiros, abordando também seu desenvolvimento e a influência na economia do país. O diversificado acervo conta com pinturas, esculturas, desenhos, cédulas, moedas, estampas, instrumentos musicais, indumentária, mobiliário, utensílios domésticos e de iluminação. O contexto social minerador é explorado por meio de ferramentas de mineração, armaria e instrumentos de tortura de escravos. O museu possui acervo fotográfico com imagens de personalidades, ruas, casas e monumentos da cidade, além de registros da mineração e do garimpo na região.
Diretora: Lilian Aparecida Oliveira
Endereço: Rua Direita, 14 – Centro – Diamantina – MG
Tel: (38)3531-1382
Horários: Terça a sábado, das 12h às 17h30, domingos e feriados, das 9h às 12h 
Museu do Ouro – Casa de Borba Gato – Sabará (MG)
Instalado na antiga Casa de Intendência e Fundição do Ouro da Vila Real de Nossa Senhora da Conceição do Sabará, o Museu do Ouro foi criado em 1945 e oficialmente inaugurado no dia 16 de maio de 1946. A instituição ocupa uma área total de 1.456 m², sendo 714 m² de área edificada. O acervo totaliza 749 objetos, constituídos: mobiliário, armaria, porcelanas, imaginária religiosa e objetos ligados a prática da mineração (séculos XVIII e XIX). O Museu do Ouro possui ainda um arquivo histórico e uma biblioteca, localizados na Casa de Borba Gato, edificação do século XVIII. A Biblioteca possui 4.972 títulos registrados, entre os quais se encontram obras referentes à formação do Estado de Minas Gerais e do Brasil, arquitetura, história da arte, incluindo valiosa coleção de obras raras com edições que datam do século XVIII.
Diretor: Ricardo Alfredo de Carvalho Rosa
Endereço: Rua da Intendência, S/Nº – Centro – Sabará – MG. Tel: (31) 3671-1848
Horários: De terça a sexta-feira, das 10h às 17h; sábados e domingos, das 12h às 17h
Museu Regional de São João del-Rei (MG)
O Museu Regional de São João Del Rei é a antiga casa do Comendador João Antonio da Silva Mourão, homem de prestígio na época do Segundo Império. O prédio, um dos mais sofisticados do período, está voltado para a principal entrada da cidade,  foi tombado em 1946 e aberto à visitação, já como museu, em 1958. Seu acervo foi constituído, em sua maior parte, de peças de mobiliário, objetos de arte sacra e imaginária oitocentista procedentes de várias cidades de Minas.
Diretor: João Luiz Domingues Barbosa
Endereço: Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro – São João Del Rei – MG. Tel: (32) 3371-7663
Horários: Terça a domingo, das 12h30 às 17h30. A sala de exposições de curta duração funciona de segunda a domingo, das 9h às 12h
Museu Victor Meirelles – Florianópolis (SC)
A casa natal do pintor Victor Meirelles – um típico sobrado luso-brasileiro construído entre o final do século XVIII e o início do XIX – sedia o museu que leva o nome do pintor. O imóvel tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional preserva a memória do catarinense, um dos mais importantes artistas brasileiros do século XIX.
Diretora: Lourdes Rossetto
Endereço: Rua Victor Meirelles, 59 – Centro – Florianópolis – SC. Tel: (48) 3222-0692
Horários: De terça a sexta-feira, das 10h às 18h 

Museu de Arte Sacra de Paraty – Paraty (RJ)
O museu, instalado na Igreja de Santa Rita, tem como objetivos a pesquisa, o estudo e a divulgação do seu acervo, testemunho histórico guardado por sucessivas gerações de paratyenses. As peças são provenientes das irmandades religiosas e de três igrejas de Paraty: Nossa Senhora dos Remédios, Nossa Senhora do Rosário, Nossa Senhora das Dores, além dos Passos da Paixão e capelas da zona rural.
Diretor: Júlio Cezar Neto Dantas
Endereço: Largo de Santa Rita, S/Nº – Paraty- RJ. Tel: (24) 3371 8328
Horários: De quarta a domingo, das 9h às 12h, e das 14h às 17h 

Museu Forte Defensor Perpétuo – Paraty (RJ)
O Forte foi construído no Morro da Vila Velha ou Ponta da Defesa em 1793. Com o declínio econômico de Paraty, ficou em ruínas até 1822, quando foi reconstruído e recebeu o nome atual em homenagem a Dom Pedro I, Imperador e Defensor Perpétuo do Brasil. Atualmente, o casario apresenta seu interior autêntico, preservando três áreas distintas: a Casa do Comandante, o Quartel da Tropa e o Quartel dos Inferiores.
Diretor: Júlio Cezar Neto Dantas
Endereço: Morro do Forte, S/Nº – Centro Histórico – Paraty – RJ. Tel: (24) 3373 1038
Horários: De terça a sexta, das 9h às 12h, e das 13h às 17h; aos sábados e domingos de 13h às 17h. Na terça-feira a entrada é gratuita.

Museu das Missões – São Miguel das Missões (RS)
Projetado em 1940 pelo arquiteto Lucio Costa, o Museu das Missões está situado junto ao Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, considerado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. O museu reúne a maior coleção pública de imagens sacras e fragmentos missioneiros do Mercosul, expondo uma rica coleção da arte barroca elaborada pelos índios guarani nas reduções jesuíticas.
Diretor: Ariston Correia
Endereço: Rua São Nicolau, S/Nº – São Miguel das Missões – RS. Tel: (55) 3381-1291
Horários: Todos os dias, das 9h às 12h e das 14h às 18h * Durante o horário de verão, o museu fica aberto até as 20h 

Museu das Bandeiras – Cidade de Goiás (GO)
O Museu das Bandeiras ocupa a antiga Casa de Câmara e Cadeia da Província de Goyaz, prédio cuja construção foi finalizada em 1766, seguindo projeto da Coroa Portuguesa. Criado em 1949, o museu teve como núcleo inicial do acervo o arquivo documental da Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional (Fazenda Pública). Esse conjunto de documentos representa uma das fontes de informação mais importantes sobre a administração pública da região Centro-Oeste durante o período colonial, imperial e republicano. Atualmente, o acervo é composto por 573 peças, incluindo objetos de arte sacra, mobiliário, vestuário, armamentos e utensílios domésticos.
Diretora: Girlene Chagas Bulhões
Endereço: Praça Brasil Ramos Caiado, Setor Central – Cidade de Goiás – GO. Tel: (62) 3371-1087
Horários: De terça a sábado, das 9h às 17h e aos domingos, das 9h às 14h
Museu Casa da Princesa (Casa Setecentista) – Pilar de Goiás (GO)
O Museu Casa da Princesa funciona na Casa Setecentista, antiga moradia senhorial do século XVIII localizada no centro histórico da cidade de Pilar de Goiás. O acervo de cerca de mil peças é formado por documentos históricos, fotografias e objetos (especialmente mobiliário e utensílios domésticos utilizados nos casarões de fazendas) que mostram formas do viver goiano dos séculos XVIII ao XX.
Diretora: Girlene Chagas Bulhões
Endereço: Rua da Cadeia, 270 – Centro – Pilar de Goiás – GO. Tel.: (62) 3339-3120/3371-1087
Horários: De terça a sábado, das 9h às 17h e aos domingos, das 9h às 12h 

Museu de Arte Sacra da Boa Morte – Cidade de Goiás (GO)
Sediado na Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte (1762-1779), o museu pertence à Diocese de Goiás e é mantido e administrado pelo Ibram. O acervo é constituído de mais de 900 peças, entre objetos litúrgicos, prataria e obras do escultor e pintor goiano José Joaquim da Veiga Valle (século XIX).
Diretora: Girlene Chagas Bulhões
Endereço: Rua Luiz do Couto, S/Nº – Cidade de Goiás – GO.
Tel: (62) 3371-1087
Horários: Terça a sábado, das 9h às 17h, domingos e feriados, das 9h às 13h 

Museu de Arte Religiosa e Tradicional – Cabo Frio (RJ)
O Antigo Convento de Nossa Senhora dos Anjos sedia o museu, que oferece uma exposição permanente de arte sacra dos séculos XVII e XVIII e peças de mobiliário. O prédio, datado de 1686, é tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Diretora: Dolores Brandão Tavares
Endereço: Largo de Santo Antônio, S/Nº – Cabo Frio – RJ. Tel: (22)2643-6898
Horários: De terça à sexta, das 10h às 12h e das 13h às 17h. Nos finais de semana e feriados, abre das 14h às 18h 

Museu Casa Histórica de Alcântara – Alcântara (MA)
O Museu Casa Histórica de Alcântara teve sua abertura ao público datada em novembro de 2004. Apesar de sua recente criação, o museu tem por missão remontar aos tempos do Brasil Imperial através de sua arquitetura colonial e de seu acervo, expondo a opulência dos hábitos e costumes do século XIX da aristocracia rural da cidade de Alcântara, Maranhão. As 958 peças e obras do Museu pertenceram a famílias que residiram na casa. Mobiliário, indumentárias, acessórios, louças, iconografias, cerâmicas e azulejos do acervo têm o objetivo de retratar a história doméstica do Brasil Monárquico para os alunos da educação básica, a comunidade em geral e os visitantes externos.
Diretora: Karina Waleska Scanavino Costa
Endereço: Rua do Sol, 302 – Centro – São Luiz – MA. Tel: (98) 3337-1515
Horários: Terça à sexta, das 9h às 17h30 e sábado e domingo 9h às 17h 
Museu de Arqueologia/Socioambiental de Itaipu – Niterói (RJ)
O museu está sediado nos remanescentes do Recolhimento de Santa Teresa, instituição fundada no começo do século XVIII. O acervo do museu é composto por artefatos produzidos pelos povos que viveram no litoral fluminense antes de 1500. São artefatos líticos e ósseos, concreções, matéria corante, ocre, restos ósseos humanos e remanescentes de fauna (aves, peixes e mamíferos), além de blocos testemunhos do Sambaqui de Camboinhas.
Diretora: Maria de Simone Ferreira
Endereço: Praça de Itaipu, S/Nº – Itaipu – Niterói- RJ. Tel: (21) 3701-2994
Horários: Terça à sexta, das 10h às 17h. Sábados, domingos e feriados, das 13h às 17 

Museu Regional Casa dos Ottoni – Serro (MG)
O Museu Regional Casa dos Ottoni ocupa uma construção do século XVIII, na cidade do Serro. Sua origem histórica está ligada aos Ottoni, descendentes de um ramo da família do bandeirante paulista Fernão Dias Paes Leme. Criado em 1949, o museu abriga acervo formado, principalmente, por imagens de arte católica (como as imagens de roca que saíam na Procissão de Cinzas e as que pertenceram à demolida igreja de Nossa Senhora da Purificação.
Diretor: Carlos Alberto Silva Xavier
Endereço: Praça Cristiano Ottoni, 72 – Praia – Serro – MG. Tel: (38) 3541-1440
Horários: Terça a sábado, das 12h às 18h, domingos e feriados, das 9h às 12h 

Museu Regional de Caeté – Caeté (MG)
Instalado em uma casa construída em fins do século XVIII, o museu guarda um acervo composto por mobiliário e objetos de época, além de peças de arte popular e de arte sacra de cunho popular. O museu também atua na preservação da riqueza cultural, dos saberes e fazeres do povo de Caeté e seus distritos, promovendo cursos e oficinas sobre técnicas artesanais tradicionais na região.
Diretora: Sônia Maria Barbosa
Endereço: Rua Doutor Israel Pinheiro, 176 – Centro – Caeté – MG. Tel: (31) 3651-2388
Horários: De terça a domingo, das 12h às 17h 

Museu Solar Monjardim – Vitória (ES)
O Museu Capixaba foi criado em junho de 1939, no Quartel da Polícia Militar, com acervo multidisciplinar e eclético. Em 1952, foi transferido para a residência dos herdeiros do Barão de Monjardim e em 1966 recebeu acervo do Museu de Arte Religiosa. Na década de 1980, a instituição foi requalificada e renomeada pela então Fundação Pró-Memória e passou a se chamar Museu Solar Monjardim.
Diretora: Sônia Maria de Aguiar Pantigoso
Endereço: Av. Paulino Müller, S/Nº, Jucutuquara – Vitória – ES. Tel: (27) 3223-6609
Horários: Terça à sexta, das 10 às 16h; entrada franca; visitas monitoradas gratuitas, agendamento por telefone; fins de semana e feriados, agendamento sob consulta 

Museu Casa da Hera – Vassouras (RJ)
A Casa da Hera foi erguida na primeira metade do século XIX, onde residiu a família de Joaquim José Teixeira Leite, grande advogado e comissário de café. Em 1952, a construção foi tombada como patrimônio nacional. Além de mobiliário, quadros e objetos de uso doméstico originais, o acervo inclui uma vasta biblioteca e uma importante coleção de trajes de origem francesa. A biblioteca possui 890 livros e três mil periódicos do século XIX. Há, ainda, um piano Henri Herz, raro exemplar do século XIX.
Diretora: Daniele de Sá Alves
Endereço: Rua Doutor Fernandes Júnior, 160 – Centro – Vassouras (RJ). Tel: (24) 2471-2961
Horários: terça, quarta, quinta e sexta, das 10h às 17h. Sábados, domingos e feriados, 13h às 17h.
Fonte:http://www.museus.gov.br/os-museus/

Casa de Cláudio de Souza abre no feriado de 12 de outubro

No feriado de 12 de outubro (quarta-feira), a Casa de Cláudio de Souza,  que integra o Museu Imperial/Ibram, estará aberta à visitação. O horário de funcionamento é das 11h às 18h e a entrada é gratuita.
Atualmente, o público pode conhecer a exposição temporária “O olhar feminino na literatura de Cláudio de Souza”, que apresenta a forma como o escritor explorava o universo feminino em seus livros, peças e artigos. Entre os destaques, estão os textos escritos para a Revista Feminina, sob o pseudônimo de Anna Rita Malheiros.
A casa, que pertenceu ao escritor, dramaturgo e acadêmico Cláudio de Souza, data de fins do século XIX. Seu estilo arquitetônico eclético é completado com vitrais, painéis de azulejos do século XVIII, pinturas no teto pela técnica francesa marrouflage e outros elementos inseridos por seu ilustre proprietário.
No espaço, o visitante pode conferir a exposição permanente com móveis e objetos do escritor que recontam um pouco de sua vida em Petrópolis. Além disso, é possível consultar a biblioteca de Cláudio de Souza, composta por 660 obras de sua autoria e de outros escritores consagrados.
Serviço
Casa de Cláudio de Souza
Endereço: Praça de Liberdade, 247, Centro, Petrópolis
Telefone: (24)2245-3418
Fonte:http://www.museus.gov.br