25.5.13

De banzo à sujeito periférico: a estética político-periférica ocupa o Ibirapuera

Sandro Barbosa de Oliveira,

   
   Capa do álbum Banzo, da banda Nhocuné Soul - Foto: Reprodução
Dois lançamentos sacudiram a produção cultural na zona leste de São Paulo em 2012, ao sintetizar e condensar a musicalidade poética existente na periferia da cidade. Os álbuns “Banzo”, da banda Nhocuné Soul, e “Sujeito Periférico”, de Tita Reis.

Em ritmo de samba-rock com tons de soul e atabaques, o álbum “Banzo” demonstra o ritmo da poesia e da ancestralidade afrodescendente presente na periferia. A banda Nhocuné Soul é composta por Renato Gama, Ronaldo Gama, Jhony Guima, Juninho Batucada, Julio César Silva e Luiz Couto, e seu nome homenageia a Vila Nhocuné, bairro localizado no distrito de Artur Alvim, antiga moradia de escravos cujo significado advém da expressão “sinhô coroné”, em decorrência das antigas fazendas da região.

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